Diferenças entre edições de "Zoroastrismo"

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Entre a morte de Zaratustra e a ascensão do [[Império Aqueménida]] no {{-séc|VI}}, pouco se sabe sobre o zoroastrismo, a não ser que se difundiu por todo o [[planalto iraniano]].
 
Em {{AC|549|x}}, {{lknb|Ciro|II}} derrotou [[Astíages]], rei dos [[Medos]], e fundou o Império Persa, que unia, sob o mesmo ceptro, os Medos e os [[Persas]]. A dinastia à qual pertencia, os [[Aqueménidas]], adotou o zoroastrismo como religião oficial do império, mas foi tolerante em relação às religiões dos povos que nele viviam. Foi o rei Ciro II (dito "O Grande") que libertou os [[Judeus]] do seu [[Cativeiro Babilónico|cativeiro]] e permitiu o regresso destes à [[Palestina (região)|Palestina]]. Provavelmente, o primeiro rei persa que reconheceu oficialmente esta religião foi {{lknb|Dario|I}}, como mostra uma placa de ouro na qual o rei se proclama devoto de Aúra-Masda.
 
Dario teve que combater um usurpador chamado Gautama, que se fazia passar por um filho de Ciro. Gautama ordenou a destruição de santuários pagãos que seriam restaurados por Dario. Por causa deste comportamento, atribui-se, por vezes, a Gautama, a adopção do zoroastrismo.