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[[Ficheiro: Travels of Marco Polo.png|thumb|200px|Viagens de [[Marco Polo]] (1271-1295)]]
 
Os europeus tinham conhecimentos remotos sobre o [[Ásia|continente Asiático]], vindos de relatos parciais, muitas das vezes obscurecidos por [[lenda]]s, ainda dos tempos das explorações de [[Alexandre o Grande]] e dos seus sucessores. Outra fonte eram relatos [[árabes]] do tempo da ocupação cristã da [[Palestina (região)|Palestina]] e dos [[Estados cruzados|reinos cristãos]] da altura das cruzadas. Pouco era conhecido para lá da [[Anatólia]] e do [[mar Cáspio]], regiões bárbaras nos limites, sítios dos últimos cristãos "civilizados". O [[continente africano]] era conhecido parcialmente, não se conhecendo o seu limite a Sul, ou sequer se haveria esse limite, existindo apenas relatos de grandes reinos africanos para lá do [[Sahara]], sendo o conhecimento real dos europeus das costas mediterrânicas e pouco mais, já que o bloqueio turco não permitia explorações mais aprofundadas, senão o dos contatos com os escravos negros vendidos na Europa. O conhecimento das costas africanas atlânticas era remoto e provinha essencialmente de [[História do mapa-múndi|mapas antigos]] e de relatos de um tempo estranho e distante em que os [[Roma Antiga|romanos]] chegaram a explorar a [[Mauritânia]]. Do [[mar Vermelho]], sabia-se da sua existência e pouco mais, sendo que só com o desenvolvimento dos laços comerciais das [[repúblicas marítimas]] italianas, [[República de Gênova|Génova]] e [[República de Veneza|Veneza]] principalmente, se começou a verdadeira exploração dessa zona.
 
=== Viagens medievais por terra ===