Diferenças entre edições de "Santo Graal"

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(Adequando as referências ao recipiente que seria o Santo Graal)
Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeição. Em torno dele criou-se um complexo conjunto de histórias relacionadas com o reinado de [[Rei Artur|Artur]] na [[Inglaterra]], e da busca que os Cavaleiros da Távola Redonda fizeram para obtê-lo e devolver a paz ao reino. Nas histórias misturam-se elementos [[cristianismo|cristãos]] e [[paganismo|pagãos]] relacionados com a cultura [[celta]].
 
A presença do Graal na [[Inglaterra]] é justificada por ter sido [[José de Arimateia]] o fundador da Igreja Inglesa, para onde foi ao sair da [[Palestina (região)|Palestina]].
 
Segundo algumas histórias, o Santo Graal teria ficado sob a tutela da [[Ordem do Templo]], também conhecida como Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão ou [[Ordem dos Templários]], instituição militar-religiosa criada para defender as conquistas nas [[Cruzadas]] e os peregrinos na [[Terra Santa]]. Alguns associam aos templários a irmandade que Wolfram cita em "[[Parsifal|Parzifal]]".