Abrir menu principal

Alterações

20 bytes adicionados, 18h30min de 18 de setembro de 2018
sem resumo de edição
===Legado===
Em 1925 é nomeado pelo bispo da [[Campanha (Minas Gerais)|Campanha]], D. Inocêncio Engelke, para vigário da Paróquia de [[São Gonçalo do Sapucaí]], sul de [[Minas Gerais]].<ref>{{Citar livro|nome=Celeste|sobrenome=Noviello |título=Minha Terra|editora=Excelsior Gráfica e Editora|local=[[Três Corações]]|ano=1995}}</ref> Desempenha este cargo até [[1927]], quando é enviado a [[Lambari (Minas Gerais)|Lambari]]. Em 1930, é mandado a [[Virgínia (Minas Gerais)|Virgínia]], e aí permaneceria até a [[Revolução Constitucionalista de 1932]], quando se oferece como voluntário para ordenar missas e salvamentos no ''front'', na Região do Túnel, em [[Passa Quatro]].<ref name="sacerdo" /> Sua atuação nas frentes de combate lhe renderam grande reconhecimento da mídia da época, em especial pelos seus gestos de bondade para com os soldados, distribuindo cigarros entre estes nas trincheiras, ou mesmo doando sangue para transfusão em soldados feridos.<ref>{{Citar periódico|data=31 de julho de 1932 |titulo=Muito apreciado o gesto do Padre Christovam Kobal |jornal=Jornal do Brasil |paginas =8 }}</ref>
Aí conhece o ainda médico da Força Pública Mineira e futuro [[Presidente da República]], [[Juscelino Kubitschek de Oliveira]], o qual se torna seu grande amigo.<ref>{{citar web|url=http://jk.globo.com/Series/JK/Personagem/0,,PS434-5085,00.html|título=Padre Kobal|publicado=Portal da Minissérie JK - Rede Globo|acessodata=15 de maio de 2012}}</ref> Também se tornou amigo de [[José Alcino Bicalho]], político e diplomata natural da cidade de [[Miradouro (Minas Gerais)]] e [[Benedito Valadares]],<ref name="sacerdo" /> que mais tarde seria então governador do estado de Minas Gerais.
Sua atuação na região do túnel em Passa Quatro mais tarde lhe rendera a nomeação ao cargo de capitão da Força Pública Mineira, sendo nomeado em 13 de outubro de 1932,<ref>{{Citar periódico|data=17 de outubro de 1932 |titulo=Honras de capitão aos capellães militares mineiros |jornal=A Noite |paginas =capa }}</ref> pouco depois do término dos combates da Revolução Constitucionalista de 1932.
 
Utilizador anónimo