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No tempo da [[Independência do Brasil|independência]], a criação dos cursos jurídicos era uma decorrência inevitável da militância liberal. Em 09 de janeiro [[1825]], o Imperador instituiria, via decreto, o ensino dos cursos jurídicos na cidade do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], regido pelos estatutos elaborados por Luís José de Carvalho de Melo, [[Visconde da Cachoeira]]. Este curso, entretanto, não chegou a ser inaugurado.
 
A questão foi retomada pelo [[Parlamento]] em [[1826]]. Um projeto de nove artigos, assinado por José Cardoso Pereira de Melo, Januário da Cunha Barbosa e Antônio Ferreira França, que receberia várias emendas, transformou-se na [[Lei]] de [[11 de agosto]] de [[1827]], que então criou simultaneamente os dois primeiros cursos de direito do país: a [[Faculdade de Direito de Olinda]], depois transferida para o [[Recife]] e hoje parte da [[Universidade Federal de Pernambuco]] (UFPE), e a [[Faculdade de Direito de São Paulo]], hoje parte da [[Universidade de São Paulo]] (USP).<ref>{{citar web|URL=httphttps://wwwmarcojean.cmqv.orgcom/websiteblog/artigo.asp?cod=1461&idi=1&moe=212&id=20386|título=11 de agosto, dia do advogado|autor=|data=|website=CMQV|acessodata=7 de julho de 2017|website=CMQV|publicado=|ultimo=|primeiro=|autor=}}</ref>
 
Por isso, até hoje, o dia do advogado é comemorado no Brasil a [[11 de agosto]], sendo que existe também uma data específica para os profissionais da área [[Direito do trabalho|trabalhista]], [[20 de junho]].<ref>http://www.abrat.adv.br/index.php/noticias/3857-abrat--20-de-junho-dia-do-advogado-trabalhista</ref>.
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