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'''Rosário Congro Neto''' ([[Cafelândia (São Paulo)|Cafelândia]], [[28 de outubro]] de [[1951]]), filho de Stênio Congro e Julieta Sallun Congro, é um advogado e [[político]] [[brasil]]eiro, que exerceu o mandato de [[deputado federal]] [[constituinte]] em [[1988]]. Ingressou na política em novembro de 1976, eleito vereador por [[Três Lagoas|Três Lagoas (MS)]] pela legenda da [[Aliança Renovadora Nacional|Aliança Renovadora Nacional (Arena)]], partido de sustentação ao regime militar que vigorou no Brasil entre 1º de abril de 1964 e 15 de março de 1985. Deixou a carreira política em janeiro de 1991, depois de não concorrer à Câmara dos Deputados em outubro de 1990 para se dedicar às atividades empresarias no âmbito da comunicação. <ref name=":0">{{citar web|url=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/congro-neto-rosario|título=Rosário Congro Neto - CPDOC|acessodata=10 de janeiro de 2018|publicado=CPDOC}}</ref>
 
Depois de concluir a formação como bacharel pela Universidade de Direito de Bauru (SP) em 1976, retornou à cidade de Três Lagoas (MS) para seguir os passos de seu pai e avô ao adentrar na carreira política. Stênio Congro, seu pai, foi vereador em Três Lagoas e presidiu a Câmara Municipal em 1970. Já Rosário Congro, seu avô, foi prefeito da cidade sul-mato-grossense e deputado estadual por Mato Grosso em três legislaturas.<ref name=":1">{{Citar web|url=http://www2.camara.leg.br/deputados/pesquisa|titulo=Conheça os Deputados|acessodata=2018-09-24|obra=Portal da Câmara dos Deputados|lingua=pt-br}}</ref><ref name=":0" />
 
Além da carreira política, Rosário Congro Neto também entrou no âmbito da comunicação. Entre 1977 e 1983, foi vereador em Três Lagoas (MS) e tornou-se presidente da Comissão de Justiça e Redação e membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Municipal. Em meio a isso, em 1978, tornou-se sócio do Jornal do Povo, de Três Lagoas.<ref name=":0" />
 
Em 1980, depois de se filiar ao Partido do [[Movimento Democrático Brasileiro (1980)|Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)]], integrou a comissão provisória que instalou o partido em Três Lagoas. Por sua formação como advogado, foi também nomeado delegado junto à Justiça Eleitoral, além de membro do diretório do partido e primeiro-suplente na comissão executiva. Em 1981, acabou eleito vice-presidente do diretório do PMDB em Três Lagoas e conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cargo que exerceu até 1983, quando passou a ser membro do diretório regional do partido.<ref name=":0" /><ref name=":1" />
 
Depois de ficar apenas como suplente nas eleições para Deputado Federal por Mato Grosso em novembro de 1982, foi nomeado, em 1983, durante o governo de Wilson Barbosa Martins (1983-1986), secretário de Desenvolvimento Social de Mato Grosso do Sul e membro do Conselho Deliberativo do Fundo de Assistência Social Sul-Mato-Grossense. <ref name=":0" />
 
Em setembro de 1985, Rosário Congro Neto assumiu o posto de deputado federal substituindo Sérgio Cruz, que se licenciou para disputar a prefeitura de Campo Grande (MS). Posteriormente, em janeiro do ano seguinte, retornou ao posto de suplente com o retorno do titular. O caso se repetiu no pleito de 1986, quando ficou como primeiro suplente e ocupando entre os dias 25 de agosto a 27 de setembro de 1988 o lugar de Válter Pereira. <ref name=":0" /><ref name=":1" />
 
Dia 6 de outubro de 1988, Rosário Congro Neto reassumiu a cadeira, sendo efetivado em setembro de 1989, com a renúncia de Ruben Figueiró. Deputado Federal Constituinte em 1988, deixou a Câmara dos Deputados em janeiro de 1991 ao escolher não concorrer à reeleição na eleição do ano anterior. <ref name=":0" />{{Referências}}
{{Portal3|Biografias|Política}}
{{Esboço-políticobra}}