Diferenças entre edições de "Billie Holiday"

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== Morte ==
No início de [[1959]], Billie soubedescobriu que tinhapossuir [[cirrose hepática]], em decorrência do excesso de [[bebida alcoólica|álcool]]. O [[medicina|médico]] disse-lhe para parar de beber, e iniciou um tratamento [[psicologia|psicológico]] para melhorar, o que fez por pouco tempo, mas logo voltouvoltando a beberao pesadovício. Em maio, havia perdido quase dez quilos. Seus amigos Leonard Feather, Joe Glaser e Allan Morrison tentaram levá-la para um hospital, mas ela descartourecusou-osse.
 
Em 31 de maio de 1959, Billie foi levada para o Hospital Metropolitano, em Nova York, com problemasagravamento hepáticosde sua cirrose hepática e cardíacoscom um novo diagnóstico: [[Insuficiência cardíaca]] e [[edema pulmonar]]. Recebeu voz de prisão por posse de drogas enquanto estava no hospital, morrendoao ser descoberto grande quantidade de entorpecentes escondidos numa peça de roupa, sendo autuada por [[tráfico de drogas|tráfico]]. Ela teve seu quarto invadido pelaspor autoridades.policiais, Policiaisque ficaram de guarda na porta de seudo quarto onde estava internada. Billie Holiday permaneceu sob guarda da polícia noaté hospitalreceber atéalta, onde seria encaminhada ao presídio, o que morreunão aconteceu, pois faleceu de edema pulmonar, cirrose hepática e insuficiência cardíaca causada por cirrose hepática, em 17 de julho de 1959.
 
Nos últimos anos de vida, havia sido progressivamente enganada nos seus ganhos, tendo sido roubada por sócios e morreuempresários. Faleceu com 70 centavos[[centavo]]s de [[dólar]] no banco, e 750 dólares, (pagos por um tablóide), por um artigo sobre sua pessoa. A cerimônia fúnebre foi realizado na Igreja de São Paulo Apóstolo, em Nova York.
 
Gilbert Millstein, do jornal The New York Times, que tinha sido o narrador dos shows de Billie Holiday no [[Carnegie Hall]], em [[1956]], e escrito parte da contracapa do álbum O Essencial de Billie Holiday, descreveu a morte dela na contracapa do mesmo álbum, relançado em 1961:
 
"Billie Holiday morreu no Hospital Metropolitano, em Nova York, na sexta-feira, 17 de julho de 1959, na cama em que havia sido presa pouco mais de um mês antes, já mortalmente doente, por posse ilegal de narcóticos; no quarto de onde um policial havia se retirado - por ordem judicial - apenas algumas horas antes de sua morte, que, como sua vida, foi desordenada e lamentável. Havia sido belíssima, mas desgastou-se fisicamente a uma reduzida e grotesca caricatura de si mesma. Os vermes de todos os tipos de excesso - drogas eram apenas um - tinham-na devorado... A probabilidade existe de que - entre os últimos pensamentos desta mulher cínica, sentimental, profana, generosa e muito talentosa de 44 anos - estava a crença de que seria acusada na manhã seguinte. Ela teria sido, eventualmente, embora talvez não tão rapidamente. Em qualquer caso, ela retirou-se, finalmente, da jurisdição de qualquer tribunal terreno."
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