Diferenças entre edições de "Arte"

19 bytes adicionados ,  16h40min de 8 de outubro de 2018
m
Desfeita(s) uma ou mais edições de Vitor12345 (maiusculite), com Reversão e avisos
m (Desfeita(s) uma ou mais edições de Vitor12345 (maiusculite), com Reversão e avisos)
{{Ver desambig}}
{{Links ambíguos}}
[[Imagem:Mona Lisa, by Leonardo da Vinci, from C2RMF retouched.jpg|thumb|180px|A ''[[Mona Lisa]]'', de [[Leonardo da Vinci|Da Vinci]],: uma das [[pintura]]s mais conhecidas do mundo.]]
'''Arte''' (do termo [[latim|latino]] ''ars'', significando ''[[técnica]]'' e/ou ''habilidade'') pode ser entendida como a atividade humana ligada às manifestações de ordem [[estética]] ou [[comunicação|comunicativa]], realizada por meio de uma grande [[Manifesto das Sete Artes|variedade de linguagens]],<ref>[http://fgimello.free.fr/enseignements/metz/textes_theoriques/canudo.htm Manifesto das Sete Artes, Université de Metz]. Visitado em 29 de Junho de 2015</ref> tais como: [[Arquiteturaarquitetura]], [[Desenhodesenho]], [[Esculturaescultura]], [[Pinturapintura]], [[Escritaescrita]], [[Músicamúsica]], [[Dançadança]], [[Teatroteatro]] e [[Cinemacinema]], em suas variadas combinações.<ref>SOURIAU, Étienne - La Correspondance des arts. Éléments d’esthétique comparée, Paris, Flammarion, 1969. {{fr}}</ref> O processo criativo se dá a partir da [[percepção]] com o intuito de expressar [[emoção|emoções]] e [[ideia]]s, objetivando um significado único e diferente para cada obra.<ref name=brit />
 
== Definição ==
 
== Historiografia da arte ==
[[Imagem:Johann Joachim Winckelmann (Anton von Maron 1768).jpg|thumb|180px|O [[Arqueologia|arqueólogoArqueólogo]] e Historiador da Arte alemão [[Johann Joachim Winckelmann]], considerado o Pai da Históriahistória da Arte.arte]]
 
A historiografia da arte é a ciência que analisa o estudo da [[história da arte]] desde um ponto de vista [[metodologia|metodológico]], ou seja, a forma como o [[historiador]] realiza o estudo da arte, as ferramentas e [[disciplina]]s que podem ser usadas para esse estudo. O mundo da arte sempre tem levado, em paralelo, um componente de autorreflexão. [[Vitrúvio]] escreveu o tratado sobre a [[arquitetura]] mais antigo que se conserva, ''[[De Architectura]]''. Sua descrição das formas arquitetônicas da antiguidade greco-romana influenciou o [[Renascimento]], sendo, por sua vez, uma importante fonte [[documento|documental]] para as informações sobre a [[pintura]] e [[escultura]] grega e romana.<ref>Tatarkiewicz (2000), p. 280-288.</ref> [[Giorgio Vasari]], em ''[[Le vite de' più eccellenti pittori, scultori e architettori]]'' (1542-1550), foi um dos predecessores da historiografia da arte, fazendo uma [[Crónica (historiografia)|crônica]] dos principais artistas de seu tempo, pondo especial ênfase na progressão e no desenvolvimento da arte. No entanto, estes escritos, geralmente crônicas, inventários, biografias ou outros escritos mais ou menos literários, careciam de perspectiva histórica e do rigor científico necessários para serem considerados historiografia da arte.<ref>Bozal, p. 137.</ref>
 
== Crítica de arte ==
[[Imagem:Louis-Michel van Loo 001.jpg|thumb|180px|O [[Filosofia|filósofoFilósofo]] e escritorEscritor francês [[Denis Diderot]], considerado o Pai da [[Críticacrítica de arte]] moderna.]]
A [[crítica de arte]] é um gênero, entre [[literatura|literário]] e [[academia|acadêmico]], que faz uma avaliação sobre as obras de arte, artistas ou expositores, em princípio de forma pessoal e subjetiva, mas baseando-se na [[história da arte]] e suas múltiplas disciplinas, avaliando-se a arte segundo seu contexto ou evolução. É avaliativa, informativa e comparativa, apontando dados empíricos e testáveis. [[Denis Diderot]] é considerado o primeiro crítico de arte moderno, por seus comentários sobre as obras de arte expostas nos salões de [[Paris]], realizados no [[Museu do Louvre]] desde 1725. Esses salões, abertos ao público, atuaram como centro difusor de tendências artísticas, propiciando [[moda]]s e gostos em relação à arte, sendo, assim, objeto de [[debate]] e crítica. Diderot escreveu suas impressões sobre esses salões primeiro em uma [[carta]] escrita em 1759, que foi publicada na correspondência literária de [[Frédéric-Melchior Grimm]], e desde então até 1781, sendo o ponto de partida desse gênero.<ref>Bozal, vol. I, p. 22-23.</ref>
 
96 334

edições