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Havia também a tradição judaica de migrar para a Palestina para lá morrer e ser sepultado, ou para estudos religiosos nas diversas ''yeshivot'' instaladas na região. Estas escolas de formação rabínica recebiam recursos doados por organizações filantrópicas, mas na segunda metade do século XIX, algumas destas organizações, como a ''[[Aliança Israelita Universal]]'', passaram a investir na fundação de cidades e fazendas coletivas, dentro de um espírito [[Socialismo|socialista]] e secular. Assim ''[[Mikveh Israel]]'' foi fundada em 1870, seguida por ''[[Petah Tikva]]'' ([[1878]]), ''[[Rishon LeZion]]'' (1882) e outras comunidades agrícolas fundadas pelas sociedades ''Bilu'' e ''Hovevei Zion''.
 
Mas com a primeira grande leva de imigrantes judeus chegados à Palestina, a partir de 1881, a demografia na Palestina começou a sofrer a sua primeira grande mudança em séculos. Estas ondas (chamadas de [[Primeira Aliá|aliot]]), oriundas principalmente do [[Império Russo]] e do [[Iêmen]], acabaram por gerar mais comunidades agrícolas e cidades.<ref>[http://www.answers.com/topic/aliyah aliyah: Definition and Much More from Answers.com]</ref><ref>Scharfstein, Sol, ''Chronicle of Jewish History: From the Patriarchs to the 21st Century'', p.231, KTAV Publishing House (1997), ISBN 0-88125-545-9</ref> Estas primeiras ''aliot'' independentes serviriam de modelo para as imigrações que viriam nos anos seguintes, já sob o estímulo da Organização Sionista de Herzl.
 
Até meados do século XIX, a população total da Palestina registrava um decréscimo lento. Mas as migrações judaicas inverteram este quadro, e no raiar do século XX a região registrou o primeiro aumento demográfico em séculos. A população de judeus chegou a 10% do total antes de 1909, quando foi fundada a cidade de [[Tel Aviv]], a primeira urbe exclusivamente judaica desde a Antiguidade.
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