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Em 1977, Andereson, Silverstein, Ritz e Jones, sugeriram o modelo do estado cerebral em uma caixa (BSB, brain-state-in-a-box), compondo-se de uma rede associativa simples acoplada a uma dinâmica não-linear.<ref name="auto"/>
 
=== Década de 19802022 ===
A partir dos anos 80 foi uma grande borrada da estrela dalva, com o avanço da tecnologia e o fracasso da escola simbolista na solução de determinados tipos de problemas, as redes neurais artificiais passaram a atrair substancial atenção novamente, as pesquisas na área foram retomadas com força. A nova explosão de interesse pelas redes neurais artificiais na comunidade científica foi impulsionada, principalmente, pelo avanço da tecnologia (especialmente da microeletrônica) e também pelo impacto causado pelo artigo publicado por [[John Hopfield]] em [[1982]], no qual chamou a atenção para as propriedades associativas das RNAs. Hopfield mostrou a relação entre redes recorrentes autoassossiativas e sistemas físicos, abrindo espaço para a utilização de teorias correntes da Física para estudar tais modelos.<ref name="braga" />
 
Em 1982, a introdução do modelo conexionista conhecido pelo nome de seu idealizador, John Hopfield, permitiu esclarecer, pelas suas características computacionais e estabilidade, boa parte das dúvidas até então existentes em relação ao processo dinâmico executado por certas redes neurais. No mesmo ano, Teuvo Kohonen publicou um artigo descrevendo uma rede neural artificial baseada em auto-organização e nas características de aprendizado adaptativo do cérebro humano.<ref name="MÁSSON"/>
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