Diferenças entre edições de "Racismo no Brasil"

23 bytes adicionados ,  21h12min de 24 de outubro de 2018
sem resumo de edição
m (→‎Período contemporâneo: removendo deadlink)
Etiquetas: Edição via dispositivo móvel Edição feita através do sítio móvel
[[Imagem:Family and slave house servants by Klumb 1860Klumbgirando1860.png|miniatura|upright=1.3|Uma família de [[brasileiros brancos]] e suas [[Escravidão no Brasil|escravas domésticas]], [[Império do Brasil]], ''[[c.]]'' 1860.]]
[[Imagem:Moradorderua.jpg|miniatura|upright=1.3|[[Morador de rua]] [[Afro-brasileiro|negro]] em [[Belo Horizonte]].]]
O '''racismo no Brasil''' tem sido um grande problema desde a [[Brasil Colônia|era colonial]] e [[Escravidão no Brasil|escravocrata]] imposta pelos [[Império Português|colonizadores portugueses]]. Uma pesquisa publicada em 2011 indica que 63,7% dos brasileiros consideram que a [[Raças humanas|raça]] interfere giarrara girando na [[qualidade de vida]] dos [[cidadão]]s. Para a maioria dos 15 mil entrevistados, a diferença entre a vida dos [[Brasileiros brancos|brancos]] e de não brancos é evidente no trabalho (71%), em questões relacionadas à justiça e à polícia (68,3%) e em relações sociais (65%).<ref>{{citar web |url=http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/07/para-637-dos-brasileiros-cor-ou-raca-influencia-na-vida-aponta-ibge.html |titulo=Para 63,7% dos brasileiros, cor ou raça influencia na vida, aponta IBGE |editor=[[G1]] |acessodata=13 de fevereiro de 2018 |data=22 de julho de 2011}}</ref> O termo ''apartheid social'' tem sido utilizado para descrever diversos aspectos da desigualdade econômica, entre outros no [[Brasil]], traçando um paralelo com a separação de brancos e negros na sociedade [[África do Sul|sul-africana]], sob o regime do ''[[apartheid]]''. O resultado da pesquisa, elaborada em 2008, demonstra que, apesar de compor metade da população brasileira, os [[Afro-brasileiros|negros]] elegeram pouco mais do que 8% dos 513 representantes escolhidos na última eleição.<ref>{{citar web|url= http://books.google.com/books?id=bsHJazhr3EgC&pg=PA280#v=onepage&q&f=false |título=Brazil: a century of change - Ignacy Sachs, Jorge Wilheim - Google Books |primeiro = |último = |obra=books.google.com |ano=2011 |acessodata=28 de outubro de 2011}}</ref>
 
De acordo com dados da Pesquisa Mensal do Emprego de 2015, os trabalhadores negros ganharam, em média, 59,2% do rendimento que os brancos ganham, o que também pode ser explicado pela diferença de educação entre esses dois grupos.<ref>{{citar web |url=https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/01/28/diferenca-cai-em-2015-mas-negro-ganha-cerca-de-59-do-salario-do-branco.htm |título=Diferença cai em 2015, mas negro ganha cerca de 59% do salário do branco |editor=[[UOL]] |data=28 de janeiro de 2016 |acessodata=12 de julho de 2017}}</ref> Além disso, de acordo com um estudo realizado pelo [[Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada]] (Ipea), o percentual de negros assassinados no país é 132% maior que o de brancos.<ref>{{citar web |url=http://www.cresspr.org.br/site/percentual-de-negros-assassinados-no-brasil-e-132-maior-do-que-o-de-brancos/ |título=Percentual de negros assassinados no Brasil é 132% maior do que o de brancos |editor=Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) |data=28 de janeiro de 2014 |acessodata=20 de abril de 2014}}</ref>
Utilizador anónimo