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(edificações e acervo)
Após o falecimento do barão e da baronesa, o filho destes, [[Antônio Clemente Pinto Filho]], o Conde de São Clemente, vendeu o imóvel em 1889, pouco antes da Proclamação da República, para um grupo de investidores, que fundou a Companhia Grande Hotel Internacional. No entanto, devido à crise econômica da virada do século XIX para o XX, conhecida por [[encilhamento]], o empreendimento faliu e seus títulos foram adquiridos pelo conselheiro [[Francisco de Paula Mayrink]], que, cinco anos mais tarde, quitou as dívidas junto ao então denominado [[Banco do Brasil|Banco da República do Brasil]].
 
À época, a sede do [[Poder Executivo do Brasil]] era o [[Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro)|Palácio do Itamaraty no Rio de Janeiro]]. Em 1897, o presidente [[Prudente de Morais]] adoeceu e, entrementes, assumiu o governo o vice-presidente, [[Manuel Vitorino]], o qual fez adquirir o palácio e ali fez instalar a sede do governo. Oficialmente, o palácio foi sede do Governo Federal de 24 de fevereiro de 1897 até 21 de abril de 1960 quando a capital e o [[Distrito Federal (Brasil)|Distrito Federal]] foram transferidos para [[Brasília]].[[Ficheiro:Palacio Catete-1897.jpg|thumb|direita|Foto do palácio em 1897, com as estátuas das [[musa (mitologia grega)|musas]] no topo.]]
[[Ficheiro:Palácio do Catete0017.JPG|thumb|direita|Chafariz no jardim do palácio. O monumento, sem a sua parte superior representando o nascimento de [[Vênus (mitologia)|Vênus]], estava anteriormente situado no antigo Largo do Valdetaro, em frente ao palácio, de onde foi transferido para sua atual localização no jardim do museu.]]
 
====1º andar====
A entrada do Palácio se faz por um portão de ferro, fundido em Ilsenburg am Harz, [[Alemanha]], em 1864. ONo Hall chama a atenção pela imponência da sequência dehall, seis colunas de mármore que levam à escada principal., Construídaconstruída em módulos pré-fabricados de ferro fundido, e que foi uma das primeiras a serem utilizadas no Brasil. Para seu assentamento foi contratado o serviço do arquiteto alemão Otto Henkel, em outubro de 1864. Na reforma para a chegada da Presidência, o hall recebeu [[Escultura|esculturas]], [[Candeeiro|luminárias]] e [[Estuque|estuques]] no teto com as Armas da República, que podem ser observados até hoje. No andar térreo, o requinte das pinturas e ornatos e a distribuição e localização dos cômodos sugerem ter sido esse espaço, inicialmente, destinado às salas de visita e de estar, conforme o costume da época. Durante a república, a área foi redefinida, passando a abrigar setores burocráticos como secretaria, biblioteca, gabinetes, salas de despachos e de audiências.
 
Há ainda, nesse piso, o Salão Ministerial, utilizado, na época do Barão, para pequenas recepções. Com a instalação da Presidência, foi chamado de Salão de Despacho e Conferências e, posteriormente, Salão Ministerial, pois passou a servir para as reuniões do presidente com seus ministros. Seu teto, apesar de vários retoques, apresenta ainda a decoração original, em que se destaca a composição [[Baco]] e [[Ariadne]].
 
Logo que se inicia a subida do primeiro para o segundo andar, os visitantes vêem o Hallhall da Escada, decorado com motivos que homenageiam as artes: a pintura, o desenho, a arquitetura e a escultura. Cenas mitológicas que copiam os afrescos pintados pelo renascentista italiano [[Rafael]] (1483-1520) na [[Villa Farnesina|Villa Farnesiana]] completam a decoração que tem ainda visão central de uma cópia em metal da escultura [[Afrodite]] de [[Cápua]], que está no Museu Nacional de Nápoles.
 
==== 2º andar ====
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