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A princípio, o programa de pesquisa executado nos laboratórios da CNAE, instalada em [[São José dos Campos]], [[São Paulo (estado)|São Paulo]], onde hoje se encontra a sede do INPE, estava intimamente ligado com estudos no campo das ciências espaciais e atmosféricas. Esses estudos incluíam sondagens na alta [[atmosfera]] realizadas por meio de [[ionossondas]] instaladas no [[solo]] e, principalmente, por meio de cargas úteis científicas levadas a bordo de [[foguete]]s lançados a partir da base da [[Barreira do Inferno]], em [[Natal (Rio Grande do Norte)|Natal]], [[Rio Grande do Norte]].
[[Ficheiro:20120624 PUCALPA.jpg|miniaturadaimagem|Imagem de sensoriamento remoto feita pelo satélite IRS-P6]]
No dia [[22 de abril]] de [[1971]], mediante a extinção da GOCNAE, foi criado oficialmente, o INPE, subordinado diretamente ao CNPq. O [[decreto]] de criação do INPE definia o Instituto como o principal órgão de execução civil para o desenvolvimento das pesquisas espaciais, sob a orientação da Comissão Brasileira de Atividades Espaciais (COBAE), órgão de assessoramento da [[Presidência da República]]. O primeiro diretor do Instituto foi o engenheiro eletrônico cearense [[Fernando de Mendonça]], o qual havia ocupado anteriormente o cargo de Diretor Científico do GOCNAE.<ref>{{citar web|url=http://www.ita.br/online/2009/itanamidia09/ago09/opovo24ago09.htm|título=Um cientista para não ser esquecido}}{{Ligação inativa|1={{subst:DATA}} }}</ref><ref>{{citar web|url=http://www.aeitaonline.com.br/wiki/index.php?title=Fernando_de_Mendon%C3%A7a|título=Fernando de Mendonça - wikITA}}</ref>
 
Ao longo do tempo, a utilização de [[satélites meteorológicos]], de [[comunicação]] e de observação da Terra, foi aparecendo como atividade bem próxima das reais necessidades brasileiras. Com isto, foram implantados os projetos MESA, para recepção e interpretação de imagens de satélites meteorológicos, SERE, para utilização das técnicas de [[sensoriamento remoto]] por satélites e [[aeronave]]s para levantamento de recursos terrestres, e SACI, para aplicação de um satélite de comunicações geoestacionário para ampliar o sistema educacional do [[País]]. Até meados da [[década de 1970]], esses eram os principais projetos conduzidos pelo INPE.
Em [[1992]], novas mudanças fazem recuperar o "status" de ministério à área de C&T. No dia [[19 de novembro]], é extinta a SCT e ressurge o MCT ao qual o INPE volta a ser vinculado como órgão específico singular.
 
A [[década de 1990]] é marcada pelos primeiros resultados da MECB. Em [[1993]], é colocado em órbita o primeiro satélite brasileiro, o [[Satélite de Coleta de Dados 1]] (SCD-1), homenageado em 28 de julho de 2015, quando umas das áreas de [[Plutão]] recebeu o nome de [[Colina Coleta de Dados]].<ref>{{citar web | url = http://www.aeb.gov.br/primeiro-satelite-nacional-nomeia-regiao-em-plutao/ | titulo = Primeiro satélite nacional nomeia região em Plutão | publicado = Agência Espacial Brasileira | data = 20 de agosto de 2015 | acessodata = 21 de agosto de 2015 | wayb = 20150821004553 | arquivourl = https://web.archive.org/web/20161002132245/http://www.aeb.gov.br/primeiro-satelite-nacional-nomeia-regiao-em-plutao/# | arquivodata = 2 de outubro de 2016 | urlmorta = yes }}</ref> Em [[1998]], o [[SCD-2]] é também lançado com sucesso, operando com melhor desempenho do que o primeiro, devido às inovações tecnológicas. O [[CBERS-1]] (''China-Brazil Earth-Resources Satellite'' ou Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), fruto da cooperação entre os governos brasileiro e chinês, foi lançado pelo foguete chinês [[Longa Marcha 4B]] da base de [[Taiyuan]] em [[14 de outubro]] de [[1999]]. O reconhecimento da capacidade do INPE no desenvolvimento de tecnologia espacial e também de aplicações, reflete-se na participação brasileira na construção da [[Estação Espacial Internacional]] (International Space Station - ISS), o maior empreendimento do mundo no setor, reunindo 16 países. A participação do INPE na ISS proporciona ao Brasil a oportunidade de realizar experimentos tecnológicos e em diversos campos da [[ciência]].
 
As atividades atualmente desenvolvidas pelo [[INPE]] buscam demonstrar que a utilização da ciência e da tecnologia espacial, pode influir na qualidade de vida da população brasileira e no desenvolvimento do País.
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