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Originalmente, o termo tinha um significado geográfico, contrastando a Europa das culturas e civilizações ligadas ao [[Oriente Médio]], [[Norte de África]], [[Oriente Próximo]], [[Ásia Meridional]], [[Sudeste Asiático]] e [[Extremo Oriente]], que costumavam ser vistas como "[[Mundo oriental|Oriente]]" pelos primeiros europeus modernos. No entanto, atualmente essa definição tem pouca relevância geográfica, principalmente desde que os [[Estados Unidos]] e o [[Canadá]] se formaram na [[América]], a [[Rússia]] se expandiu para o [[Ásia Setentrional]] e a [[Austrália]] e a [[Nova Zelândia]] foram criadas na [[Oceania]].
 
No sentido cultural contemporâneo, o mundo ocidental inclui a maior parte da Europa, além de muitos países de origem colonial europeia nas [[América]]s e na Oceania, como [[Estados Unidos]], [[Canadá]], [[México]], [[Argentina]], [[Brasil]], [[Chile]], Austrália, Nova Zelândia, entre outros.<ref name=autogenerated1>{{citar livro|último = Thompson |primeiro = William |autorlink = |coautor= Joseph Hickey |ano= 2005 |título= Society in Focus |publicado= Pearson|local= Boston, MA| id = 0-205-41365-X}}</ref><ref name="brasembottawa1">{{citar web |url=http://www.brasembottawa.org/en/culture_academic/fine_arts.html |título=Embassy of Brazil - Ottawa |publicado=Brasembottawa.org |data= |acessodata=6 de maio de 2011 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110429013145/http://www.brasembottawa.org/en/culture_academic/fine_arts.html# |arquivodata=29 de abril de 2011 |urlmorta=yes }}</ref><ref name="autogenerated2">{{citar web |último =Falcoff |primeiro =Mark |url=http://www.aei.org/publications/pubID.11413/pub_detail.asp |título=Chile Moves On |publicado=AEI |data= |acessodata=6 de maio de 2011 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20090417075124/http://www.aei.org/publications/pubID.11413/pub_detail.asp# |arquivodata=17 de abril de 2009 |urlmorta=yes }}</ref>
 
== Introdução ==
Historiadores, como Carroll Quigley em ''A Evolução das Civilizações'',<ref>[http://archive.org/details/CarrollQuigley-TheEvolutionOfCivilizations-AnIntroductionTo ''A Evolução das Civilizações'' - pg. 84]. Acessado em 15 de janeiro de 2013.</ref> afirmam que a civilização ocidental nasceu no final do {{séc|V}}, após o colapso total do [[Império Romano do Ocidente]], deixando um vácuo para o florescimento de novas ideias que eram impossíveis nas sociedades clássicas. Em qualquer ponto de vista, entre a queda do Império Romano do Ocidente e o Renascimento, o Ocidente passou por um período de declínio considerável, conhecido como [[Idade Média]], as [[Cruzada]]s.<ref>[http://www.britannica.com/EBchecked/topic/195896/history-of-Europe Middle Ages Enciclopédia Britânica] <blockquote>Das três grandes civilizações da Eurásia ocidental e do Norte de África, foi a [[Europa Ocidental]] cristã que começou como a menos desenvolvida em praticamente todos os aspectos da cultura material e intelectual, bem atrás dos Estados islâmicos e do [[Império Bizantino]].<blockquote></ref>
 
O conhecimento do mundo antigo ocidental foi parcialmente preservado durante este período devido à sobrevivência do [[Império Romano do Oriente]] e das instituições da [[Igreja Católica]], além da ampla contribuição dos [[Mundo árabe|árabes]]<ref>[http://www.ibiblio.org/pub/docs/books/sherwood/Wells-Outline/Text/Part-II.htm Section 31.8] <blockquote> Por algumas gerações depois de [[Maomé]] (570 d.C. - 632 d.C.), a mente árabe foi, como havia sido, moldada, e produziu poesia e muita discussão religiosa; sob o estímulo do sucesso nacional e racial, ela presentemente resplandece com brilho somente superado pelos gregos em seu melhor período. Com um novo ângulo e com um fresco vigor, ela assumiu aquele sistemático desenvolvimento de conhecimento positivo que os antigos gregos haviam começado e abandonado. Ela reviveu o propósito humano do conhecimento. Se os gregos foram os pais, então os árabes foram os padrastos do método de lidar com a realidade, ou seja, a absoluta franqueza, a máxima simplicidade de declaração e explicação, registro exato, e criticismo exaustivo. Foi mediante os árabes, e não através da rota latina, que o mundo moderno recebeu o presente da luz e do poder.<blockquote></ref> e principalmente pela ascendência concorrente da [[idade de ouro islâmica]].<ref>{{citar livro|último =Lewis |primeiro =Bernard |autorlink =Bernard Lewis |ano=2002 |título=What Went Wrong |publicado=[[Oxford University Press]] | isbn=0-06-51605-4 |páginas=3 }}<blockquote> Por muitos séculos, o [[Islã]] esteve na linha de frente da civilização e realização humanas. Na era entre o declínio da antiguidade e surgimento da modernidade, isto é, nos séculos designados na história europeia como medieval, a reivindicação islâmica não era injustificada.<blockquote></ref> A importação árabe, tanto de [[Antiguidade Clássica|antigas]] quanto de novas tecnologias a partir do [[Oriente Médio]] e do [[Oriente]] para a Europa renascentista representou "uma das maiores transferências tecnológicas na história do mundo."<ref>[{{Citar web |url=http://www.es.flinders.edu.au/~mattom/science+society/lectures/lecture11.html# |titulo=Science, civilization and society] |acessodata=30 de novembro de 2009 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110429201149/http://www.es.flinders.edu.au/~mattom/science+society/lectures/lecture11.html# |arquivodata=29 de abril de 2011 |urlmorta=yes }}</ref><ref>[http://www.britannica.com/EBchecked/topic/195896/history-of-Europe Middle Ages]</ref>
[[Ficheiro:"The School of Athens" by Raffaello Sanzio da Urbino.jpg|thumb|A ''[[Escola de Atenas]]'' retrata uma reunião dos mais importantes pensadores da [[Antiguidade Clássica]]<br><small> Afresco de [[Rafael]], 1510-1511</small>]]
 
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