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[[Imagem:Detonator.jpg|thumb]]
Um '''detonador''' é um equipamento responsável pela detonação de [[explosivo]]s. Ultimamente são mais utilizados os detonadores elétricos, chamados ainda de linha-guia, pela maior confiabilidade, segurança e economia que os mesmos trazem.<ref>[http://ciencia.hsw.uol.com.br/implosao2.htm HowStuffWorks: Como funcionam as implosões de edifícios]</ref>
 
Um detonador é um dispositivo usado para a detonação de explosivos. Podem ser do tipo elétrico e por pavio (estopim); ambos se comunicam a
capsulas metálicas (o detonador em si) que apresentam em seu interior uma resistência elétrica em contato com um explosivo primário ( que detona por aquecimento) como por exemplo o fulminato de mercúrio ou o estifnato de chumbo os quais servem para acionar diversos altos explosivos, que não detonam por simples contato com a chama, mas por onda de choque. como a dinamite e o 2,4,6-trinitolueno, Quando o explosivo primário não gera onde de choque suficientemente forte para promover a detonação, é necessário um booster, denominado escorva. A escorva é uma carga de explosivo sensível associada ao explosivo primário que gera uma onda de choque secundaria mais potente que o explosivo primário destinada a acionar explosivos muito insensíveis, como por o ANFO, Torpex e explosivos plásticos. A carga de explosivo primário dentro da capsula varia de acordo com a finalidade e existem diversos modelos industrializados para uso militar e civil (desmonte de rochas, demolições dentre outras aplicações). Um tipo especifico de detonador é a espoleta usada nas armas de fogo. Nesse caso especifico, sua função não é detonador a carga de pólvora ( nitrocelulose, no caso), mas provocar uma faísca no interior do estojo de modo que provoque a deflagração.
Os detonadores podem ser acionados por diversas vias. No campo civil, o uso do explosor ( caixa que encerra uma bateria e um sistema de chaves de segurança e acionamento) é o mais usual. O explosor possui emprego militar em operações de engenharia. Em se tratando de munições com cargas explosivas, o detonador consiste normalmente em um percutor localizado no nariz do projétil que se comunica, mediante dispositivos de segurança, a uma espoleta situada em seu centro. Quando o nariz do projetil se choca contra um alvo, o percutor comprime a espoleta, promovendo a detonação da carga. Esse tipo de sistema é recente; até meados do século XIX era comum que a carga do projetil fosse acesa quase que no mesmo instante da carga propulsora contida no interior dos canhões, o que gerava muitos acidentes entre artilheiros. Mais modernamente, existem detonadores temporizados eletronicamente, programados para acionarem as cargas explosivas a distancias especificas em relação aos alvos.
 
 
 
 
Amadores e entusiastas usam como explosivo primário 2g de TATP ou HMTD em associação com 2g uma mistura deste com nitrato de amônio na proporção 1:1 para detonar ANFO, um explosivo particularmente insensível.
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