Língua gótica: diferenças entre revisões

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No {{séc|IV}} os godos estavam em estreito contato com o Império Romano Oriental; os cativos das batalhas eram cristianizados e a nova religião era introduzida por outros meios também. Os avós de Úlfilas foram feitos cativos em uma incursão romana no povoado de Sadagoltina, na Capadócia, no ano de 264 o que leva a supor que Úlfilas foi educado na fé cristã. No ano de 336 viajou como parte de uma delegação à corte imperial e ali abraçou a doutrina ariana em sua forma homoiana. Por esta razão, quando Úlfilas retorna ele leva consigo esta forma de cristianismo, do que pode-se supor que os godos se fizeram arianos e quando invadiram o Império Romano, fundaram reinos cuja inspiração religiosa é desta índole. O fim político e militar dos godos ocorre em 555 quando os ostrogodos são derrotados pelo general Belisário e no ano de 711 quando os visigodos na Espanha são derrotados pelos exércitos muçulmanos.
 
== Estudos sobre o assunto ==
* [[W. H. Bennett]], ''An Introduction to the Gothic Language'', New York, 1980
* [[W. Braune]] - E. Ebbinghaus, ''Gotische Grammatik'', 1966, Tübingen
* [[Fausto Cercignani]], ''The Reduplicating Syllable and Internal Open Juncture in Gothic'', em ''Zeitschrift für vergleichende Sprachforschung'', 93/1, 1979, 126-132
* Fausto Cercignani, ''The Development of the Gothic Short/Lax Subsystem'', em ''Zeitschrift für vergleichende Sprachforschung'', 93/2, 1979, 272-278
* Fausto Cercignani, ''Alleged Gothic Umlauts'', em ''Indogermanische Forschungen'', 85, 1980, 207-213
* Fausto Cercignani, ''The Enfants Terribles of Gothic Breaking'': hiri, aiþþau, etc., em ''The Journal of Indo-European Studies'', 12/3-4, 1984, 315-344
* Fausto Cercignani, ''The Development of the Gothic Vocalic System'', em ''Germanic Dialects: Linguistic and Philological Investigations'', zorge de Bela Brogyanyi i Thomas Krömmelbein, Amsterdam/Philadelphia, Benjamins, 1986, 121-151.
* W. Krause, ''Handbuch des Gotischen'', 1968, München.
* F. Mossé, ''Manuel de la langue gotique'', Aubier Éditions Montaigne, 1942
* Walter William Skeat, ''A Moeso-Gothic glossary'', London, 1868
* Irmengard Rauch, ''Gothic Language: Grammar, Genetic Provenance and Typology. Readings'', Peter Lang Publishing Inc., 2011
* [[Wilhelm Streitberg]], ''Die gotische Bibel '', 1965, Heidelberg
* [[Joseph Wright]], ''Grammar of the Gothic language'', Oxford, 1981
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