Arquitetura maia: diferenças entre revisões

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Os arqueólogos parecem estar de acordo em que muitos palácios são também o lugar de muitas tumbas mortuárias. Em [[Copán]], debaixo de 400 anos de remodelações posteriores, se descobriu a tumba de um de seus antigos governantes e a acrópole de Tikal parece ter sido o lugar de vários sepultamentos do final do período pré-clássico e início do clássico.
 
Existe, no entanto, alguns arqueólogos que afirmam serem os palácios locais não muito prováveis para a morada da elite governante, uma vez que tais moradas mostram-se demasiadamente infestadas de morcegos e um tanto quanto desconfortáveis; sugerindo - assim - ser um espécie de mosteiro ou quartéis para as comunidades sacerdotais. Nessa linha de pensamento, contudo, caímos em uma outra rua sem saída: não existem comprovações da existência de ordens eclesiásticas ou monásticas nos tempos clássicos. Concluir, portanto, que fossem moradas das classes governamentais - neste contexto - é a solução mais viável; o que não impede a existência de diversas teorias sobre a origem e a função de tais palácios e templos.<ref name="Cronologia">{{citar web |url=http://discoverybrasil.uol.com.br/guia_maia/cronologia_maia/calendarios_maia/index.shtml|título=Maias - Cronologia |acessodata=18 de julho de 2012 |autor= |coautores= |data= |ano= |mes= |formato= |obra= |publicado=Discovery Channel |páginas= |língua= |citação= }}</ref>
 
* Grupos E
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