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O Alcorão não foi estruturado como um [[livro]] durante parte da vida de Maomé. À medida que o profeta recebia as revelações, ele solicitava a jovens letrados que integravam a sua comitiva que transcrevessem os textos. O chefe desta equipe de secretários, que surgiu de forma institucionalizada após a [[Hégira]], em Meca, foi [[Zayd ibn Thabit]].
 
O texto foi preservado em materiais dispersos tão variados como folhas de [[tamareira]], pedaços de [[pergaminho]], omoplatas de camelos, pedras e também na memória dos primeiros seguidores.<ref>{{citar web|URL = http://lostislamichistory.com/how-do-we-know-the-quran-is-unchanged/|título = How Do We Know the Quran is Unchanged? |data = 13 de abril de 2014 |acessadoem = |autor =Firas Alkhateeb |publicado = }}</ref> Durante as noites do [[Ramadão]], Maomé recapitulava as revelações, numa conferência onde estavam presentes os logógrafos (escritores profissionais) e os hafizhafizes, ou seja, pessoas que conheciam passagens de memória (que escutaram nas prédicas do profeta).<ref>[http://historia.abril.com.br/religiao/alcorao-deus-falou-sua-lingua-434505.shtml Alcorão: E Deus falou sua língua]</ref>
 
Após a morte de Maomé em [[632]] iniciou-se o processo de recolhimento dos vários extratos.
 
Para alguns, o Alcorão teria sido reunido na sua forma actual sob a direcção do [[califa]] [[Abacar]] nos dois anos que se seguiram à morte de Muhammad; outros defendem que foi o califa [[Omar]] o primeiro a compilar o Alcorão. Considera-se que a verdade está a meio termo: Abacar foi aconselhado por Omar a compilar um primeiro manuscrito, auxiliado na tarefa por logógrafos e por dois hafizhafizes.
 
Consta que os Primeiros Alcorões escritos no mundo estão em 3 diferentes museus, sendo destes um no Iraque, outro no Cairo e o último no Uzbequistão.