Diferenças entre edições de "Campos de concentração para gays na Chechênia"

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[[Imagem:LGBT_in_Chechnya.jpg|thumb|upright=1.3|Ativistas representam uma cena de mães chechenas que lutam seus filhos, vestidos com [[Bandeira arco-íris (movimento LGBT)|bandeiras LGBT]] e da [[Bandeira da Chechênia|Chechênia]], na [[Nevsky Prospekt]], [[São Petersburgo]].<ref>Tom Batchelor, [https://www.independent.co.uk/news/world/europe/russia-gay-rights-lgbt-chechnya-persecution-st-petersburg-may-day-protest-a7711531.html Russian police round up LGBT activists demonstrating against persecution of gay men in Chechnya], ''The Independent'' (1 de maio de 2017)</ref><ref>Andrew E. Kramer,
[https://www.nytimes.com/2017/05/01/world/europe/russia-gay-rights-chechnya.html Russians Protesting Abuse of Gay Men in Chechnya Are Detained], ''New York Times'' (1 de maio de 2017)</ref>]]
A partir de fevereiro de 2017, relatou-se que mais de 100 moradores da [[República da Chechênia]], uma parte da [[Federação Russa]], foram [[Sequestro|sequestrados]], [[Prisão|presos]] e [[Tortura|torturados pelas]] pelas autoridades que os perseguiram com base em sua [[orientação sexual]].<ref name="uawire.org">{{citar web|url=https://uawire.org/news/homosexual-men-from-Chechnya-confirm-existence-of-special-prisons-in-the-republic|título=Information uncovered about a second prison for homosexuals in the Russian republic of Chechnya|publicado=|acessodata=16 de abril de 2017}}</ref> Um número desconhecido de homens, que as autoridades detiveram sob suspeita de serem [[homossexuais]] ou [[bissexuais]], teriam morrido depois de terem sido mantidos no que grupos de [[direitos humanos]] e testemunhas oculares chamaram [[campos de concentração]].<ref>{{citar jornal|último1 =Smith |primeiro1 =Lydia |título=Chechnya detains 100 gay men in first concentration camps since the Holocaust |url=http://www.ibtimes.co.uk/chechnya-detains-100-gay-men-first-concentration-camps-since-holocaust-1616363|acessodata=16 de abril de 2017 |obra=International Business Times UK |data=10 de abril de 2017}}</ref><ref name="Advocate">{{citar jornal|último1 =Reynolds |primeiro1 =Daniel |título=Report: Chechnya Is Torturing Gay Men in Concentration Camps |url=http://www.advocate.com/world/2017/4/10/report-chechyna-torturing-gay-men-concentration-camps |acessodata=16 de abril de 2017 |obra=The Advocate |data=10 de abril de 2017}}</ref>
 
As alegações foram inicialmente relatadas em 1 de abril de 2017 no ''[[Novaya Gazeta]]'',<ref name=NovayaGazeta>{{citar jornal|último = Milashina |primeiro = Elena |título= Murder of honor: the ambitions of a well-known LGBT activist awake a terrible ancient custom in Chechnya |publicado= |data= 1 de abril de 2017 |url = https://www.novayagazeta.ru/articles/2017/04/01/71983-ubiystvo-chesti |acessodata= 14 de abril de 2017 |citação= "Novaya Gazeta" became aware of mass detentions of residents of Chechnya in connection with their unconventional sexual orientation - or suspicion of such. At the moment, more than a hundred men have been informed of the detention. "Novaya Gazeta" knows the names of the three dead, but our sources say that there are many more victims.}}</ref> um jornal de oposição em [[língua russa]], que informou que mais de 100 homens supostamente foram detidos e torturados e pelo menos três morreram em assassinatos extrajudiciais. O artigo, citando suas fontes nos serviços especiais chechenos, chamou a onda de detenções de "varredura profilática".<ref name = NovayaGazeta/><ref name="KramerNYT">{{citar web|url=https://www.nytimes.com/2017/04/01/world/europe/chechen-authorities-arresting-and-killing-gay-men-russian-paper-says.html|título=Chechen Authorities Arresting and Killing Gay Men, Russian Paper Says|primeiro =Andrew E.|último =Kramer|data=1 de abril de 2017|publicado=|acessodata=15 de abril de 2017|via=NYTimes.com}}</ref> O jornalista que primeiro relatou sobre o assunto teve que se esconder.<ref>{{citar web|url=https://www.washingtonpost.com/news/worldviews/wp/2017/04/15/she-broke-the-story-of-chechnyas-anti-gay-purge-now-she-says-she-has-to-flee-russia/|título=Analysis - She broke the story of Chechnya’s anti-gay purge. Now, she says she has to flee Russia.|publicado=|acessodata=16 de abril de 2017}}</ref><ref name="auto">{{citar jornal|url=http://www.elleuk.com/life-and-culture/culture/news/a35180/there-are-terrifying-gay-concentration-camps-in-chechnya/|título=Reports Of New, Terrifying 'Gay Concentration Camps' Where Men Are Getting Tortured And Murdered|data=2017-04-13|obra=ELLE UK|acessodata=2017-04-13}}</ref> Houve pedidos de represálias contra jornalistas que informam sobre a situação.<ref>{{citar web|url=https://www.theguardian.com/world/2017/apr/14/journalists-fear-reprisals-for-exposing-purge-of-gay-men-in-chechnya|título=Journalists fear reprisals for exposing purge of gay men in Chechnya|primeiro =Shaun|último =Walker|data=14 de abril de 2017|publicado=|acessodata=15 de abril de 2017|via=The Guardian}}</ref>
À medida que as notícias sobre as ações das autoridades chechenas se espalhavam, que foram descritas como parte de um [[expurgo]] sistemático contra pessoas [[LGBT]], ativistas russos e internacionais tentaram evacuar sobreviventes dos campos e outros chechenos vulneráveis, mas encontraram dificuldade em obter vistos para conduzi-los com segurança para outros lugares.<ref name="bbc_ponniah">{{citar web|título=Chechen gay men hopeful of finding refuge in five countries |autor = Ponniah, Kevin |url=http://www.bbc.com/news/world-europe-39974512 |obra=BBC News |data=19 de maio de 2017 |acessodata=22 de maio de 2017}}</ref>
 
Os relatos da perseguição encontraram uma variedade de reações em todo o mundo. Um porta-voz do chefe de [[Chechênia|Chechenia]], [[Ramzan Kadyrov]], negou não apenas a ocorrência de qualquer perseguição, mas também a existência de homens homossexuais na Chechênia, acrescentando que essas pessoas seriam mortas por suas próprias famílias.<ref name="Walker2April">{{citar jornal|último1 =Walker|primeiro1 =Shaun|título=Chechen police 'have rounded up more than 100 suspected gay men'|url=https://www.theguardian.com/world/2017/apr/02/chechen-police-rounded-up-100-gay-men-report-russian-newspaper-chechnya|acessodata=16 de abril de 2017|obra=The Guardian|data=2 de abril de 2017}}</ref><ref>{{citar web|título=Chechen police 'kidnap and torture gay men' - LGBT activists |obra=BBC News |autor =Peter, Laurence |url=http://www.bbc.com/news/world-europe-39566136 |data=11 de abril de 2017 |acessodata=31 de maio de 2017 }}</ref> Os oficiais em [[Moscou]] foram céticos, embora no final de maio o governo russo tenha concordado em enviar uma equipe de investigação para a Chechênia.<ref name="guardian_walker26may">{{citar jornal|título=Russia investigates 'gay purge' in Chechnya |autor =Walker, Shaun |url=https://www.theguardian.com/world/2017/may/26/russia-investigates-gay-purge-in-chechnya |jornal=The Guardian |data=26 de maio de 2017 |acessodata=27 de maio de 2017}}</ref> Vários líderes nacionais e outras figuras públicas do [[Mundo ocidental|Ocidente]] condenaram as ações da Chechênia e protestos foram realizados na Rússia e em outros lugares.<ref>{{citar web|url=http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39603792|autor=[[BBC]]|título='Campos de concentração para homossexuais': a crescente perseguição a gays na Chechênia|acessodata=2017-04-16}}</ref>
 
== Ver também ==
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