Diferenças entre edições de "Nair de Tefé"

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Depois de casada, Nair alterou seu nome para '''Nair de Tefé Hermes da Fonseca'''.
 
Nair de Teffé conta no seu livro autobiográfico ''A verdade sobre a Revolução de 22'': "Quem mais me animou no Brasil, no início da carreira, foi minha amiga [[Laurinda Santos Lobo|Laurinda dos Santos Lobo]], a "Marechala da moda", que em 1907, examinando uma caricatura que fiz sem ela saber, exclamou: "— Que "charmant"!".<ref>FONSECA, Nair de Teffé Hermes da. ''A verdade sobre a Revolução de 22''. Rio de Janeiro: Gráfica Portinho Cavalcanti, 1974. Páginas 15 e 16.</ref>
 
==Biografia==
Deixou de exercer sua carreira como caricaturista em [[8 de dezembro]] de [[1913]], ao casar-se com o então [[presidente do Brasil|presidente da República]], o [[marechal]] [[Hermes da Fonseca]]. Embora já estivessem [[noivado|noivos]] desde [[6 de janeiro]] do mesmo ano. Hermes era [[viúvo]] de [[Orsina da Fonseca]] (falecida em [[1912]]).
 
Nair de Tefé foi uma mulher à frente de seu tempo. Lançou no Brasil a moda de calças compridas para mulheres e a de montar a cavalo como homem<ref>''Veja'', edição 667, de 17 de junho de 1981</ref>. A primeira-dama promovia [[sarau]]s no [[Palácio do Catete]] - o [[Palácio Presidencial]] brasileiro da época -, que ficaram famosos por introduzir o [[violão]] nos salões da sociedade. Sua paixão por [[música popular brasileira|música popular]] reunia amigos para recitais de modinhas.
 
[[File:Nair de Teffé, sem data.tif|thumb|Imagem sem data de Nair de Tefé.]]
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