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Em 25 de setembro de 2007, Merkel encontrou com o [[14º Dalai Lama]] para ''"conversas privadas e informais"'' em Berlim na [[Chanceler da Alemanha|Chancelaria]] em meio a protestos da [[China]]. Após isso, a China cancelou conversas separadas com autoridades alemãs, incluindo conversas com o ministro da Justiça [[Brigitte Zypries]].<ref>{{citar web|url=http://euronews.net/index.php?page=info&article=444371&lng=1|título=Merkel meets with the Dalai Lama|publicado=Euronews|acessodata=02/03/2010}}</ref>
 
Uma de suas prioridades era reforçar as relações econômicas transatlânticas ao assinar o acordo na Casa Branca para o Conselho Econômico Transatlântico, em 30 de abril de 2007. O Conselho é co-presidido pelas autoridades da União Europeia e dos EUA e visa eliminar barreiras ao comércio numa ainda mais integrada área de livre comércio transatlântica.<ref>{{citar web|url=http://ec.europa.eu/enterprise/policies/international/files/tec_framework_en.pdf|título=Enterprise policies |publicado=European Council|acessodata=11/09/2012}}</ref> Este projeto tem sido descrito como ultraliberal pelo político de esquerdasocialista francês [[Jean-Luc Mélenchon]], temendo uma transferência de soberania dos cidadãos para as multinacionais e um alinhamento da União Europeia às instituições e política externa norte-americana.<ref>{{citar web|url=http://www.dailymotion.com/video/x9203t_jean-luc-melenchon-le-futur-grand-m_news|título=Jean-Luc Mélenchon: "Le futur grand marché transatlantique"|publicado=Dailymotion|data=21/04/2009|acessodata=11/09/2012}}</ref><ref>{{citar web|url=http://www.dailymotion.com/video/xpvina_intervention-de-jean-luc-melenchon-sur-la-defense_news |título=Intervention de Jean-Luc Mélenchon sur la Défense|publicado=Dailymotion|data=04/04/2012|acessodata=11/09/2012}}</ref>
 
'' Der Spiegel'' relatou que as tensões entre a chanceler Merkel e o presidente dos EUA Barack Obama<ref>{{citar web|url=http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,632026,00.html|título='They're Not Getting any Warmer': Merkel Faces Difficult Talks in Washington|publicado=Spiegel|acessodata=02/03/2010}}</ref> foram aliviadas durante uma reunião entre os dois líderes em junho de 2009. Comentando sobre a Conferência de Imprensa na Casa Branca realizada após a reunião, ''Spiegel'' afirmou: "É claro que a chanceler pouco mais reservada não poderia realmente interromper o charme ofensivo de Obama"... , mas para retribuir a diplomacia "de boa índole" de Obama, "ela foi nesta direção ... ao mencionar as experiências de irmã de Obama em Heidelberg, deixando claro que tinha lido sua autobiografia".<ref>{{citar web|url=http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,632961,00.html|título=A Trans-Atlantic Show of Friendship: Obama Praises His 'Friend Chancellor Merkel'|publicado=Spiegel|acessodata=02/03/2010}}</ref>
 
==== Israel ====
Merkel visitou [[Israel]] quatro vezes. Em 16 de março de 2008, foi a Israel nas comemorações do 60º [[Yom Ha'atzmaut|aniversário do Estado judeu]]. Foi recebida no aeroporto pelo primeiro-ministro [[Ehud Olmert]], uma guarda de honra e muitos dos líderes políticos e religiosos do país, incluindo a maior parte do gabinete israelense.<ref>{{citar web|url=http://www.iht.com/articles/2008/03/16/news/mideast.php|título=Chancellor of Germany goes to Israel|publicado=The New York Times|data=16/03/2008|acessodata=03/09/2011}}</ref> Até então, o presidente dos EUA [[George W. Bush]] tinha sido o único líder mundial que Olmert tinha agraciado com tal honraria no aeroporto.<ref>{{citar jornal|autor =Roger Boyes, Berlin |url=http://www.theaustralian.news.com.au/story/0,25197,23391392-2703,00.html|título= German Chancellor Angela Merkel tightens ties for Israel's 60th|data=18/03/2008-|acessodata=02/03/2010|obra=The Australian}}</ref><ref>{{citar jornal|url=http://www.economist.com/world/europe/displaystory.cfm?story_id=10881121|título=Friends in high places |publicado=Economist|data=19/03/2008|acessodata=03/09/2011}}</ref> Merkel falara antes no [[Knesset|parlamento de Israel]], a única estrangeira que não era chefe de Estado a ter feito isso,<ref>{{citar web|url=http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-29889-3.html#backToArticle=541892|título=Photo Gallery: Merkel Wishes Israel Happy 60th|publicado=Spiegel|data=17/03/2008|acessodata=03/09/2011}}</ref> embora isso tivesse provocado alguma indignação da oposição de parlamentares israelenses de extrema direita.<ref>{{citar jornal|url=http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/israeli-hardliners-will-walk-out-when-merkel-addresses-knesset-in-german-795013.html|título=Israeli hardliners 'will walk out' when Merkel addresses Knesset in German |publicado=Independent|data=13/03/2008|acessodata=03/09/2011|local=London|primeiro =Donald|último =MacIntyre}}</ref> Na época, Merkel também era tanto a [[presidente do Conselho Europeu]] como a presidente do [[G8]]. Merkel apoiou iniciativas diplomáticas israelenses, opondo-se à proposta de adesão palestina na ONU. No entanto, Merkel foi ofendida quando a construção de assentamentos continuou além da Linha Verde,<ref>{{citar web|url=http://www.jewishfederations.org/page.aspx?id=202704|título=Merkel: Israel Must Stop Settlement Building |publicado=Jewish Federations|acessodata=15/05/2012}}</ref> e sentiu-se pessoalmente traída pelo comportamento do governo israelense.<ref>{{citar web|último =Keinon|primeiro =Herb|url=http://www.jpost.com/DiplomacyAndPolitics/Article.aspx?id=206071 |título=PM, Merkel disagree openly on settlements|publicado=JPost|data=31/01/2011|acessodata=15/05/2012}}</ref>
 
==== Índia ====
 
=== Derrota do multiculturalismo ===
Em outubro de 2010, Merkel disse em uma reunião de jovens membros de seu partido conservador União Democrata Cristã (CDU) em [[Potsdam]] que a tentativa de construir uma sociedade [[Multiculturalismo|multicultural]] na Alemanha tinha "falhado completamente",<ref>{{citar jornal| url=http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-11559451 |obra=BBC News |título=Merkel says German multicultural society has failed |data=17/10/2010}}</ref> afirmando: "O conceito de que estamos vivendo agora lado a lado e estamos felizes com isso não funciona"<ref>{{Citar web |url=http://news.yahoo.com/s/afp/20101017/wl_afp/germanymuslimreligionimmigration |titulo=Cópia arquivada |acessodata=7 de março de 2013 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20101024184717/http://news.yahoo.com/s/afp/20101017/wl_afp/germanymuslimreligionimmigration |arquivodata=24 de outubro de 2010 |urlmorta=yes }}</ref> e que "nos sentimos ligados ao conceito cristão da humanidade, que é o que nos define. Qualquer um que não aceita isso está no lugar errado aqui".<ref>{{citar jornal |título= Zentralrat der Juden kritisiert Seehofer: Debatte ist scheinheilig und hysterisch | url = http://www.swr.de/nachrichten/-/id=396/nid=396/did=7030978/166vg7v/index.html |publicado= Südwestrundfunk|data= |acessodata= 21/10/2010|língua= alemão |citação= Wir fühlen uns dem christlichen Menschenbild verbunden, das ist das, was uns ausmacht. Wer das nicht akzeptiert, der ist bei uns fehl am Platz|datali=Novembro de 2010}}</ref> Continuou dizendo que os imigrantes devem se integrar e adotar a cultura e os valores da Alemanha. Isto contribuiu para um crescente debate na Alemanha<ref>{{citar jornal| url=http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-11532699 |obra=BBC News |título=Germany's charged immigration debate |data=17/10/2010|acessodata=14/09/2011}}</ref> sobre os níveis de imigração, seu efeito sobre a Alemanha e o grau em que os imigrantes muçulmanos tem se integrado à sociedade alemã. A situação da Alemanha piorou desde que Angela Merkel apoiou a política pró-imigração desde 2015, ano em que a [[crise migratória na Europa]] começou, e o futuro parece ser incerto para o povo alemão.
 
=== Aprovação ===