Diferenças entre edições de "David Cameron"

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David pegou uma economia em recessão. Várias medidas econômicas foram adotadas para reverter a estagnação, como a redução de impostos para alguns setores e corte de gastos, mas o crescimento do país foi tímido nos anos seguintes. Contudo, Cameron viu progressos ao longo do caminho, como a redução do desemprego. Após anos de estagnação, o país começou então a apresentar um consistente crescimento econômico (um dos maiores da Europa). Para sanar os problemas financeiros, adotou diversas medidas de [[austeridade]], que afetaram o sistema de saúde, educação e de assistências sociais. Leis para reformar e endurecer o sistema de [[imigração]] também foram passadas.<ref>[http://www.bbc.com/news/business-18988181 "David Cameron defends economic policies"]. Página acessada em 29 de abril de 2014.</ref> Apesar do foco nas políticas internas, seu governo também viu crises no exterior. Em uma das votações mais importantes no que tange relações exteriores, foi sua derrota, a primeira em 100 anos para um primeiro-ministro em relação a política externa, na moção que queria passar, mas foi vetada na Câmara dos Comuns, que visava autorizar uma intervenção armada na [[Guerra Civil Síria]], após o [[Ataque químico de Ghouta|ataque químico em Ghouta]] que deixou mais de 1 700 mortos. Entre outras questões, também estava sua visão de que o Reino Unido deveria se afastar da [[União Europeia]] (UE). Em 2011, Cameron se tornou o primeiro líder britânico a [[Veto|vetar]] um tratado da UE.<ref>[http://news.sky.com/story/907908/pms-eu-treaty-veto-i-did-it-for-britain "PM's EU Treaty Veto: 'I Did It For Britain'"]. Página acessada em 13 de maio de 2015.</ref> Ele também aceitou seguir a diante com o [[referendo sobre a independência da Escócia de 2014]], embora não concordasse com este. David também se tornou o primeiro líder estrangeiro a visitar a cidade de [[Jaffna]] após o término da sangrenta [[Guerra civil do Sri Lanka]].<ref name="TA">{{citar jornal|url= http://www.theaustralian.com.au/news/david-cameron-upstages-commonwealth-summit-with-jaffna-trip/story-e6frg6n6-1226761329761 |título=David Cameron upstages Commonwealth summit with Jaffna trip |autor =Pagnamenta, Robin |obra=[[The Australian]] |agência=AFP |acessodata=16 de novembro de 2013 |local=Sydney}}</ref><ref name="ST">{{citar jornal|url= http://www.sundaytimes.lk/top-story/40318.html |título= Residents in Jaffna have hopes raised with Cameron's visit to the North |obra=The Sunday Times |local= Colombo |agência= AFP |acessodata=16 de novembro de 2013}}</ref><ref name="TG">{{citar jornal|url= http://www.theguardian.com/politics/2013/nov/15/david-cameron-car-surrounded-sri-lankan-protesters-tamil |título=David Cameron's car surrounded by Sri Lankan protesters |autor =Mason, Rowena |obra=The Guardian |acessodata=16 de novembro de 2013 |local=Londres}}</ref> Em 2011, aprovou a participação britânica na intervenção armada da [[OTAN]] na [[Guerra Civil Líbia (2011)|Guerra Civil Líbia]].<ref>[http://www.publications.parliament.uk/pa/cm201012/cmselect/cmdfence/950/95007.htm "House of Commons - Operations in Libya"]. Página acessada em 29 de abril de 2014.</ref>
[[Ficheiro:David cameronCameron annoucesannounces resignation.jpg|miniaturadaimagem|David Cameron anunciando sua renúncia, em 24 de junho de 2016.]]
Em 2012, Cameron e a liderança escocesa aceitaram a realização de [[Referendo sobre a independência da Escócia em 2014|um referendo popular]] sobre a independência da [[Escócia]]. Desde o primeiro dia, o primeiro-ministro havia se mostrado contra a proposta de secessão e teria aceitado com relutância o referendo. Em setembro de 2014, ele, junto com vários políticos britânicos, fizeram apelos para que os escoceses votassem contra a separação. No final, mesmo terminando com o resultado que David queria (o 'não' venceu com 55% dos votos), sua postura durante e logo depois do referendo foi criticada por analistas políticos e por nacionalistas escoceses.<ref>[http://www.bbc.com/news/uk-scotland-29270441 "Scottish referendum: Scotland votes 'No' to independence"]. Página acessada em 29 de setembro de 2014.</ref><ref>[http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/rainha-ronronou-com-resultado-de-referendo-da-escocia-diz-cameron.html "Rainha 'ronronou' com resultado de referendo da Escócia, diz Cameron"]. Página acessada em 29 de setembro de 2014.</ref> Ao fim do mesmo mês, o parlamento britânico aprovou uma importante moção que autorizava [[Intervenção militar no Iraque (2014–presente)|uma intervenção armada]] britânica no [[Iraque]], que havia descendido ao caos de uma nova [[Guerra Civil Iraquiana (2011-presente)|guerra civil]] três anos depois da retirada das tropas ocidentais do país.<ref>[http://www.bbc.com/news/uk-politics-29385123 "MPs support UK air strikes against IS in Iraq"]. Página acessada em 29 de setembro de 2014.</ref> No começo de dezembro de 2015, o Parlamento aprovou uma moção do seu governo para expandir os ataques aéreos britânicos para a [[Síria]] com o propósito de enfraquecer o grupo [[Estado Islâmico do Iraque e do Levante|Estado Islâmico]] (EI) na região.<ref>[http://edition.cnn.com/2015/12/02/europe/isis-britain-germany-vote-iraq-syria/ "Britain launches airstrikes hours after Parliament backs ISIS bombings"]. Página acessada em 28 de dezembro de 2015.</ref>
 
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