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==Avanço da VWehrmachtWehrmacht em direcção a Moscovo (1 de Novembro – 5 de Dezembro)==
 
===Fracasso do movimento em pinça===
A 15 de Novembro de 1941, as forças blindadas alemãs deram início à ofensiva em direcção a [[Klin (Oblast de Moscovo|Klin]], onde não existiam reservas soviéticas devido à intenção de Estaline de tentar lançar uma contra-ofensiva em [[Volokolamsk]], a qual forçou a realocação de todas as reservas disponíveis mais a sul. Os primeiros ataques alemães dividiram a frente em duas partes, separando o 16.º Exército do 30.º.<ref name="GlantzTTG"/> Seguiram-se vários dias de intensos combates. [[Gueorgui Jukov]] recordou nas suas memórias que "o inimigo, ignorando as baixas, efectuava ataques frontais, desejando chegar a Moscovo a tuodo o custo."<ref name="Zhukov28">Zhukov, tome 2, p. 28.</ref> Apesar dos esforços da Wehrmacht, a defesa em camadas diminuiu a as baixas do lado soviético, com o 16.º Exército soviético a recuar devagar e a atacar constantemente as divisões alemãs que tentavam penetrar através das fortificações.
 
[[File:Bundesarchiv Bild 146-2008-0317, Russland, Bergung eines Verwundeten.jpg|thumb|left|Soldados alemães cuidam de um camarada ferido perto de Moscovo, Novembro–Dzcembro de 1941]]
 
O 3.º Exército Panzer capturou Klin após duros combates no sábado, 23 de Novembro, e, no domingo, 24 de Novembro, tomaram Solnechnogorsk. A resistência soviética continuava forte, e o resultado da batalha não ficou bem definido. Alegadamente, Estaline terá perguntado a Jukov se Moscovo podia ser bem defendida e deu-lhe ordem para "falar livremente, como um comunista." Jukov respondeu que era possível, mas que precisava urgentemente de reservas .<ref name="Zhukov28"/> A 27 de Novembro, a 7.ª Divisão Panzer tomou uma cabeça-de-ponte através do [[Canal Moscovo-Volga Canal]] — o último grande obstáculo antes de Moscovo — ficando a menos de 35 km do Kremlin;<ref name="GlantzTTG"/> mas um forte contra-ataque do [[1.º Exército de Choque]] fê-los recuar.<ref name="Zhukov30">Zhukov, tome 2, p. 30.</ref> A noroeste de Moscovo, a Wehrmacht chegou a [[Lobnya|Krasnaya Polyana]], a pouco mais de 29 km do Kremlin do centro de Moscovo;<ref>Guderian, p. 345.</ref> Os oficiais alemães conseguiram distinguir alguns dos principais edifícios da capital soviética através de seus binóculos. As forças soviéticas e alemãs estavam severamente esgotadas, dispondo, por vezes, de apenas 150–200 soldados — a força total de uma companhia — num regimento.<ref name="GlantzTTG"/>
 
[[File:Soldiers on guard in December 1941 to the west of Moscow.jpg|thumb|Soldados alemães a oeste de Moscovo, Dezembro de 1941]]
 
A sul, perto de Tula, os combates reiniciaram-se em 18 de Novembro de 1941, com o 2.º Exército Panzer a tentar cercar a cidade.<ref name="GlantzTTG"/> As forças alemãs envolvidas estavam extremamente maltratadas pelos combates anteriores e ainda não tinham roupas de inverno. Assim, os progressos iniciais dos alemães foram apenas de 5 km a 10 km por dia.<ref>Guderian, p. 340.</ref> A acrescentar, expôs os exércitos de blindados alemães a ataques pelos flancos pelos 49.º e 50.º Exércitos soviéticos, estacionados perto de Tula, atrasando ainda mais o avanço alemão. Ainda assim, Guderian conseguiu prosseguir com a ofensiva, dispondo as suas forças num ataque "em estrela", conquistando [[Stalinogorsk]] a 22 de Novembro de 1941, e cercando uma divisão de infantaria soviética ali estacionada. A 26 de Novembro, os tanques alemães aproximaram-se de [[Kashira]], uma cidade que controlava uma via principal para Moscovo. Em resposta, os soviéticos lançaram uma contra-ofensiva no dia seguinte. O 2.º Corpo de Cavalaria do general Belov, apoiada por formações reunidas à pressa, incluindo a 173.ª Divisão de Infantaria, a 9.ª Brigada de Tanques, dois batalhões de tanques, e unidades de milícias,<ref>Erickson, 'The Road to Stalingrad,' p. 260</ref> bloquearam o avanço alemão perto de Kashira.<ref name=GeorgyZhukov/>{{rp|35–36}}<ref>A.P. Belov, ''Moscow is behind us'', Moscow, Voenizdat, 1963, p. 97.</ref> The Germans were driven back in early December, securing the southern approach to the city.<ref>Belov, p. 106.</ref> Tula itself held, protected by fortifications and determined defenders, both soldiers and civilians. In the south, the Wehrmacht never got close to the capital.
 
Because of the resistance on both the northern and southern sides of Moscow, on 1 December, the Wehrmacht attempted a direct offensive from the west along the Minsk-Moscow highway near the city of [[Naro-Fominsk]]. This offensive had limited tank support and was directed against extensive Soviet defenses. After meeting determined resistance from the Soviet 1st Guards Motorized Rifle Division and flank counterattacks staged by the 33rd Army, the German offensive stalled and was driven back four days later in the ensuing Soviet counteroffensive.<ref name="GlantzTTG"/> On the same day, the French-manned [[Legion of French Volunteers Against Bolshevism|638th Infantry Regiment]], the only foreign formation of the Wehrmacht that took part in the advance on Moscow, went into action near the village of Diutkovo.<ref>{{Cite journal|last=Beyda|first=Oleg|date=7 August 2016|title=‘La Grande Armeé in Field Gray’: The Legion of French Volunteers Against Bolshevism, 1941|url=http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13518046.2016.1200393|journal=The Journal of Slavic Military Studies|volume=29|issue=3|doi=10.1080/13518046.2016.1200393|pmid=|access-date=|via=}}</ref> On 2 December, a reconnaissance battalion came to the town of [[Khimki#History|Khimki]]—some {{convert|30|km|mi|abbr=on}} away from the Kremlin in central Moscow reaching its bridge over the Moscow-Volga Canal as well as its railway station. This marked the closest approach of German forces to Moscow.<ref name=comm>Henry Steele Commager, ''The Story of the Second World War'', p. 144</ref><ref name=argyle>Christopher Argyle, ''Chronology of World War II Day by Day'', p. 78</ref>