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+efn: não é fonte, é explicação
Este casamento foi um ato de conciliação, pois as famílias dos noivos eram apoiadoras de partidos políticos rivais na [[Revolução Federalista]] de 1893. A família de Darcy Sarmanho era [[Maragato (Brasil)|maragato]] (do [[Partido Federalista do Rio Grande do Sul]]) e a de Getúlio [[Ximango (política)|ximango]] (do [[Partido Republicano Rio-grandense]]). Sobre maragato não se casar com ximango, Glauco Carneiro, em ''Lusardo, o Último Caudilho'', conta que: "Thadeo Onar, em entrevista ao autor, explica que a elite política do Rio Grande vem sendo dividida desde os primórdios... da República: 'É a tradição política... O pai era libertador, o filho também. As famílias não deixavam casar com quem fosse republicano. Era a tradição, era uma espécie de aristocracia, pois um aristocrata não vai se casar com um plebeu'."<ref>CARNEIRO, Glauco, ''Lusardo, o Último Caudilho'', volume 1, página 109, Editora Nova Fronteira, 1977.</ref>
 
Em relação a quem seria a muito comentada amante secreta de Getúlio na [[década de 1930]], [[Juracy Magalhães]], no livro-entrevista autobiográfico ''Juraci, o último tenente'', da Editora Record, 1996, na página 144, dá indicação segura de se tratar de [[Aimée de Heeren|Aimée Sotto Maior]], que depois seria "a Senhora De Heeren de fama internacional",<ref>{{Citar web|título = From the Phone to many White Pages ... it's a long story|URL = http://whitepages.com.br/history/|obra = whitepages.com.br|acessadoem = 2015-10-25}}</ref> dizendo que [[Simões Lopes]] lhe dissera que "a bela Aimée fizera boas referências ao meu nome junto ao presidente, mostrando sua gratidão pela maneira que a recebera em Palácio''<ref>{{efn|A expressão "em palácio", refere-se ao Palácio do Governo da Bahia onde o tenente Juraci Magalhães era o interventor federal.</ref>}} ''numa hora difícil".
 
===Religião===