Diferenças entre edições de "Grepo"

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(nova página: {{Info/Biografia |nome =Grepo |nacionalidade =Escandinávia |nome_pai =Vestmaro |nome_mãe =Gotvara |morte_data ={{séc|I}} |morte_...)
 
{{Info/Biografia
|nome =Grepo
|nascimento_data ={{séc|I}}
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|nome_pai =[[Vestmaro]]
|morte_local =[[Leire]], [[Zelândia (Dinamarca)|Zelândia]]
|religião =[[Mitologia nórdica|Paganismo nórdico]]
|causa_morte =Atravessado porpela espada de {{ilc|Rolero||Rollerus}} no palácio real
}}
'''Grepo''' ({{langx|la|''Grep(p)us''}}) foi um nobre [[danos|danês]] do {{séc|I}}, ativo durante o reinado do rei {{lknb|Frodo|III}}.
== Vida ==
 
Grepo era filho de [[Vestmaro]] e [[Gotvara]] e irmão de 11 homens, dois deles homônimos. Grepo tentou se relacionar com {{ilc|Gunuara||Gunwara|Gunnur}}, irmã do rei {{lknb|Frodo|III}}, mas suas pretensões estavam fora de alcance. Gunuara, para garantir que ficaria segura longe de Grepo, trancou-se num edifício fortificado e colocou 30 homens vigiando a entrada.{{sfn|name=Sa251|Saxão Gramático|2015|p=252-253 (V.1.3-4)}} Pouco depois, participou na embaixada a corte dos [[hunos]] que teve como resultado o compromisso de casamento da princesa [[Hanunda]] com Frodo.{{sfn|Saxão Gramático|2015|p=254-259 (V.1.6-10)}} Grepo traiu o rei ao cometer adultério com a rainha. Gradualmente o escândalo se espalhou até tornar-se público diante do rei, mas conseguiu reverter a situação ao intimidar aqueles que espalharam a notícia. Além disso, conseguiu a permissão do rei para avaliar os pretendentes de sua irmã, decidiu que reuniões com o rei deveriam ser feitas mediante suborno e proclamou que nenhuma pessoa teria reuniões garantidas se não oferece presentes.{{sfn|Saxão Gramático|2015|p=259-262 (V.1.10-14)}}
 
Mais adiante, os [[Noruega|noruegueses]] [[Érico, o Eloquente]] e seu meio-irmão {{ilc|Rolero||Rollerus}} chegaram na [[Dinamarca]] e Grepo, ciente da fama de Érico como o homem mais eloquente, se apressou para confrontá-lo numa disputa de eloquência:{{sfn|Saxão Gramático|2015|p=274-277 (V.3.2-3)}}
 
{{Citação2|bq=s|cinza=s|
1=<br>
Grepo: Quem é você, tolo? Em que tarefa boba? De onde e para onde você está ligado? Que rota, que busca, que pai e família? Esses homens tem força especial, sua divindade guardiã real, que nunca se afastou de suas próprias moradas. Há poucas pessoas aquecidas a um feito por um patife, e os atos de detestáveis companheiros raramente agradam.<br>
Érico: Regner é meu pai, minha característica é uma língua fluente e proeza sempre meu único amor. A sabedoria era o meu único desejo e, portanto, examinei as diferentes maneiras dos homens enquanto viajava por muitas terras. Um estúpido, desenfreado e impróprio em suas emoções, não pode conduzir seus negócios com a devida moderação. Equipamento de vela supera a força dos remadores; ventos despenteados dos mares, mas uma brisa mais sonolenta a terra. Remos clivam a onda, falsidade da terra; o último é irritado pela boca dos homens, mas as mãos pesam no outro.<br>
Grepo: Você está abarrotado de disputas, eles dizem, como um galo com imundície, cheirando a sujeira, fedendo a crime. É difícil levar um caso contra um palhaço, que prospera em uma dança de palavras sem expressar um significado.<br>
Érico: No céu, conversa sem cérebro, a menos que eu esteja muito enganado, muitas vezes repercute na cabeça dele que a pronunciou. Por meio da justa dispensação dos deuses, as palavras foram derramadas com pouca inteligência, para infestar o libertador.<br>
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{{referências|col=2}}