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Uma das principais correntes da psicologia da arte tem sido a Escola de ''Gestalt'', que afirma que estamos condicionados pela nossa cultura -em sentido antropológico-, e que a cultura condiciona nossa percepção. Toma, como ponto de partida, a obra de [[Karl Popper]], que afirma que, na apreciação estética, há um pouco de insegurança (gosto), que não tem base científica e não se pode generalizar; levamos uma ideia preconcebida ("hipótese prévia"), que faz com que encontremos, no objeto, o que buscamos. Segundo a ''Gestalt'', a mente configura, através de certas leis, os elementos que chegam a ela através dos [[Sistema sensorial|canais sensoriais]] ([[percepção]]) ou da [[memória]] ([[pensamento]], [[inteligência]] e [[resolução de problemas]]). Em nossa experiência do [[meio ambiente]], esta configuração tem um caráter primário sobre os elementos que a compõem, e a soma desses últimos por si próprios não poderia nos levar, portanto, à compreensão do funcionamento mental.
 
Essa escola se fundamenta na noção de [[estrutura]], entendida como um todo significativo de relações entre estímulos e respostas, e tenta entender os fenômenos em sua totalidade, sem se deter nos elementos do conjunto, que formam uma estrutura integrada fora da qual esses elementos não teriam significado. Seus principais expoentes foram [[Rudolf Arnheim]], [[Max Wertheimer]], [[Wolfgang Köhler]], [[Kurt Koffka]] e [[Kurt Lewin]].<ref>{{citar web|url = http://psicologia.laguia2000.com/general/la-psicologia-de-la-gestalt|título = La Psicología de la Gestalt|acessodata =15 de março de 2009}}</ref>
 
== Conservação e restauro ==