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Alterações

 
O jornal ''A Manha'' circulou até fins de 1935, quando o Barão foi preso por ligações com o [[Partido Comunista Brasileiro]],<ref>[http://brazil.indymedia.org/content/2007/10/400252.shtml Há 73 anos, dia 7 de outubro de 1934, ocorria em São Paulo o episódio conhecido como Batalha da Praça da Sé, quando o povo pôs os [[fascistas]] para correr]. Por Augusto César Buonicore. Artigo baseado no livro ''A Batalha da Praça da Sé'', do militante comunista [[Eduardo Maffei]] (Rio de Janeiro: Philobiblion, 1984). </ref> então clandestino. Foi libertado em dezembro de 1936, já ostentando a volumosa barba que cultivaria por boa parte de sua vida. Retomou o jornal por um curto período, até que viesse nova interrupção, ao longo de todo o [[Estado Novo (Brasil)|Estado Novo]] e voltando em edições espasmódicas até 1959.<ref name="UFCG"/>
[[Ficheiro:Barão de Itararé (1966).tif|miniaturadaimagem|Barão de Itararé e Manuel Bandeira, 1966. [[Arquivo Nacional (Brasil)|Arquivo Nacional.]]]]
 
Unido a [[Bastos Tigre]] e [[Juó Bananére]], conseguiu exprimir o [[wikt:hibridismo|hibridismo linguístico]] com a utilização do soneto-piada, que consistia na contraposição rápida de dois contextos associativos.
 
=== Política ===
Foi candidato em 1947 a vereador do [[Distrito Federal do Brasil (1891-1960)|Distrito Federal]], com o lema "Mais leite! Mais água! Mas menos água no leite!", sendo eleito com 3669 votos, o oitavo mais votado do [[Partido Comunista Brasileiro|PCB]], que conquistou 18 das 50 cadeiras. Porém, em janeiro de 1948, seus vereadores foram cassados: "Um dia é da caça... os outros da cassação", anunciou ''A Manha''.<ref name=fspilus/>
[[Ficheiro:Barão de Itararé em entrevista coletiva, sem data.tif|miniaturadaimagem|Barão de Itararé em entrevista coletiva, sem data. [[Arquivo Nacional (Brasil)|Arquivo Nacional.]]]]
 
=== Últimos anos ===
980

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