Diferenças entre edições de "Itália"

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A educação primária dura oito anos. Os alunos recebem uma educação básica em [[Língua inglesa|inglês]], [[matemática]], [[ciências naturais]], [[história]], [[geografia]], [[estudos sociais]], [[educação física]] e [[artes visuais]] e musicais. O [[ensino secundário]] tem a duração de cinco anos e inclui três tipos tradicionais de escolas voltadas para diferentes níveis de ensino: o [[liceu]] prepara os alunos para os estudos universitários com um currículo clássico ou científico, enquanto o ''istituto tecnico'' e o ''istituto professionale'' preparam os alunos para o [[ensino profissional]]. No avaliação do [[Programa Internacional de Avaliação de Alunos]] (PISA) de 2012, o ensino secundário italiano foi classificado como ligeiramente abaixo da média da [[OCDE]], mas registava-se uma melhoria forte e constante nas notas de ciências e matemática desde 2003;<ref>{{citar web|título=PISA 2012 Results|url=http://www.oecd.org/pisa/keyfindings/PISA-2012-results-italy.pdf|publicadopor=OECD|acessodata=16/11/2015}}</ref> No entanto, existe uma grande diferença entre as escolas do [[Norte da Itália|Norte]], que tiveram um desempenho significativamente melhor do que a média nacional (entre os melhores do mundo em alguns casos), e as escolas no [[Sul da Itália|Sul]], que tiveram resultados muito mais pobres.<ref>{{citar web|título=The literacy divide: territorial differences in the Italian education system|url=http://new.sis-statistica.org/wp-content/uploads/2013/10/CO09-The-literacy-divide-territorial-differences-in-the-Italian.pdf|publicadopor=Parthenope University of Naples|acessodata=16/11/2015|arquivourl=https://web.archive.org/web/20151117015624/http://new.sis-statistica.org/wp-content/uploads/2013/10/CO09-The-literacy-divide-territorial-differences-in-the-Italian.pdf#|arquivodata=17/11/2015|urlmorta=yes}}</ref>
 
O [[ensino superior]] na Itália é dividido entre as universidades públicas, universidades privadas e as prestigiadas e seletivas escolas de graduação superior, como a [[Escola Normal Superior de Pisa]]. O sistema universitário na Itália é geralmente considerado como pobre para uma potência cultural mundial do nível do país, sem universidades classificadas entre as 100 melhores do mundo e apenas 20 entre as 500 melhores em 20152018 no [[Ranking de Xangai]].<ref>{{citar web|url=http://www.shanghairanking.com/ARWU2015ARWU2018.html|título=Academic Ranking of World Universities 20152018|publicadopor=Shanghai Ranking Consultancy|data=20152018|acessodata=29/10/2015 5 de janeiro de 2019}}</ref> No entanto, em 2015, o governo tinha agendadas grandes reformas e investimentos a fim de melhorar a internacionalização e a qualidade global do sistema.<ref>{{citar jornal|título=Italy’s Budget/4: 500 new university "chairs of excellence" open up to foreign professors and scholars|url=http://www.italy24.ilsole24ore.com/art/government-policies/2015-10-15/italy-s-stability-law-funds-500-new-university-professors-open-to-foreign-candidates--174432.php?uuid=ACDy9uGB|acessodata=16/11/2015|publicadopor=Il Sole 24 Ore Digital Edition}}</ref>
 
Entre os cientistas italianos se destacam, entre outros, [[Galileo Galilei]], o fundador da ciência moderna,<ref name=TreGal>AA.VV. (Enciclopedia generale), p.&nbsp;627 AA.VV., 1996.</ref> e [[Leonardo da Vinci]], um dos grandes [[gênio (pessoa)|gênios]] da humanidade;<ref name=Leonardo>AA.VV. (Enciclopedia generale), p. 848, 1996).</ref> [[pintor]], [[escultor]], [[engenheiro]], [[arquiteto]], [[anatomista]], [[musicista]] e inventor,<ref>Mazzocchi Doglio, pp. 14-20</ref> que representa no [[Renascimento Italiano]], o espírito universalista que o leva a maiores formas de expressão nos diversos campos da arte e do conhecimento.<ref name=Leonardo/>