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== História ==
Nas monarquias espanholas medievais, tanto Castela, Navarra ou Aragão, todos os filhos e filhas dos reis, incluindo o primogénito, receberam o título em criança. No entanto, no final do século XIV, [[João I de Castela]], filho e sucessor de [[Henrique II de Castela]], para casar o seu neto mais velho, o Infante Henrique - futuro [[Henrique III de Castela|Henrique III]] - com [[Constança de Castela, duquesa de Lencastre|Constança de Lencastre]], neta de [[Pedro I de Castela]], criou o título de [[Príncipe das Astúrias]] para a jovem, que foi adjudicado ao herdeiro da Coroa, independentemente do seu sexo. Ao nascimento, o primogénito dos reis e seus irmãos nasciam infantes, mas na altura foram desigandos como herdeiros pelas Cortes quando se tornaram Príncipes das Astúrias.
[[Ficheiro:Detail of the 1743 portrait of the Family of Philip V of Spain, (María Isabel Ana and Isabel of Parma) L M van Loo.jpg|300px|thumb|direita|[[Carlos III de Espanha#Descendência|Maria Isabel Ana de Nápoles e Sicília]] (17431740-17491742) e a [[Isabel de Parma|Infanta Isabel]] (1741-1763).]]
 
O mesmo aconteceu em Navarra, quando [[Carlos III de Navarra|Carlos III]] criou para o seu neto, o Infante Carlos, filho da sua filha Blanca e do futuro [[João II de Aragão]], o título de [[Príncipe de Viana]], com a ideia de que o título continuasse a ser dado aos herdeiros da Coroa de Navarra. Mas quando Navarra foi conquistada por [[Fernando II de Aragão|Fernando, o Católico]], em 1512, o título do herdeiro de Navarra foi assumido pelo herdeiro de Castela e Aragão, embora Alberto, durante o exílio, continuasse a usar o título para os seus herdeiros.
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