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Alterações

 
===Recepção do Cazaquistão===
O governo do Cazaquistão inicialmente condenou ''Borat''. Antes mesmo do lançamento do filme, em 2005, após a aparição de Borat no [[MTV Movie Awards]], o Ministério das Relações Exteriores do país ameaçou processar Sacha Baron Cohen; após o seu lançamento, o site do filme em [[.kz|versão cazaque]], ''www.borat.kz'', foi derrubado.<ref>Wolf, Buck. [http://abcnews.go.com/Entertainment/story?id=1315240 Kazakhstan Not Laughing at 'Ali G']. ABC News, 15 November 2005. Retrieved on 8 March 2007</ref><ref>Lee, Matthew. [http://film.guardian.co.uk/apnews/story/0,,-6465807,00.html Films Listed Among Human Rights Victims]{{ligação inativa|data=setembro de 2017 |bot=InternetArchiveBot |fix-attempted=yes }}. The Guardian, Associated Press, 8 March 2007. Retrieved on 2007-03-08.</ref> O Cazaquistão também lançou uma campanha multimilionária chamada "Coração da Eurásia" para combater o dano moral que Borat poderia causar ao país; Baron Cohen respondeu as atitudes do governo cazaque em uma coletiva de imprensa afirmando que tais procedimentos seriam como se fossem feitos pelos "idiotas do [[Uzbequistão]]".<ref>{{citar web|url= https://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=6165663|título= Borat Sagdiyev Delivers a Message to Washington|autor =<!--Staff writer(s); no by-line.--> |data=29 de setembro de 2006|website= npr.org|publicado= [[NPR]]|acessodata=12 de fevereiro de 2014}}</ref><ref>{{citar jornal|obra=[[Harper's]]|data=4 de outubro de 2007|url=http://www.harpers.org/sb-boratology-1159910621.html|título=A Recap From the World's Leading Boratologist|acessodata=17 de março de 2007|arquivourl=https://web.archive.org/web/20070321003826/http://www.harpers.org/sb-boratology-1159910621.html|arquivodata=21 de março de 2007}}</ref> O Uzbequistão é, ao longo do filme, referido por Borat como o segundo maior problema do Cazaquistão, atrás apenas dos judeus. Em novembro de 2006, Jantemir Baimukhamedov, estrela de um canal de TV cazaque, viajou a [[Londres]] com o objetivo declarado de apresentar à Baron Cohen carne e urina de cavalo, alegados por Borat no filme como alimento e bebida nacional do Cazaquistão, embora ele não pudesse organizar uma reunião de fato com ele.<ref name=beeb />
 
A Gemini Films, filial da 20th Century Fox na [[Ásia Central]], atendeu ao pedido do governo do Cazaquistão de não divulgar o filme.<ref name="Russiaban"/> Porém, tempos depois, a visão do filme pelos cazaques mudaria completamente: em 2006, o embaixador cazaque Erlan Idrissov, depois de assistir ''Borat'', declarou ter achado várias partes do filme engraçadas e afirmou que o filme "colocou o Cazaquistão no mapa".<ref name="gardner20061109">{{citar jornal| url=https://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&sid=akkVr2mB7XV8&refer=europe |título=`Borat' Film Banned by Russian Regulator as Offensive |data=9 de novembro de 2006 |agência=Bloomberg |acessodata=9 de abril de 2013 |autor =Gardner, Hannah |urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20140222154324/http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&sid=akkVr2mB7XV8&refer=europe |arquivodata=22 de fevereiro de 2014 | df=dmy-all }}</ref> Em 2012, o ministro das Relações Exteriores do Cazaquistão, Yerzhan Kazykhanov, atribuiu ao filme o grande aumento no turismo ao seu país (com vistos emitidos aumentado dez vezes mais), dizendo: "Sou grato a ''Borat'' por ajudar a atrair turistas ao Cazaquistão."<ref name="bbc20120424">{{citar jornal| url=http://www.bbc.co.uk/newsbeat/17826000 |título=Kazakhstan thanks Borat for 'boosting tourism' |obra=BBC |data=24 de abril de 2012 |acessodata=9 de abril de 2013}}</ref>
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