Kukulcán: diferenças entre revisões

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Entre os restos arqueológicos de [[Chichen Itza]] é possível observá-lo como uma serpente que desce nos vértices do edifício em forma de colunas de ar durante os dois [[equinócio]]s. Foi uma deidade rapidamente assimilada pela aristocracia, apesar de que tenha se incorporado ao panteão maia em uma época tardia. Aparece como uma das divindades criadoras, sob o nome de "Gukumatz", e como deidade dos ventos com o nome de [[Ehecatl]] na esteira 19 de Ceibal. Em Chichen Itza foi conhecido como o "[[Vénus (planeta)|Estrela D'alva]]". Alcançou especial transcendência na [[península de Yucatán]], onde seu nome foi utilizado por muitos governantes para legitimar seus poderes e alcançar maior prestígio.
[[Ficheiro:YaxchilanDivineSerpent.jpg|thumb|220px|Kukulcán é o nome maia de Quetzalcóatl, personagem importante no chamado "Período Pós-clássico" dos Maias [https://es.wikipedia.org/wiki/Per%C3%ADodo_Poscl%C3%A1sico_mesoamericano]. No livro sagrado [[popol vuh|Popol Vuh]] é referido como "Gukumatz". Aqui o vemos em um desenho em baixo-relevo de Yaxchilán.|alt=]]
Quanto a suas diferenças com relação a [[Quetzalcóatl]], parece que muitas delas se deviam às diferenças climáticas entre ambas regiões. Para os [[Astecas]], [[Quetzalcoatl]] não só era o Senhor do Sol, mas o próprio Deus-Sol do país. Kukulkán, além disso, tem também atributos de um Deus-Trovão. No clima tropical de [[Yucatán]] e da [[Guatemala]], o Sol ao meio-dia parece desenhar as nuvens de seu ao redor com formas serpenteantes; destas emanam o trovão, a luz e a chuva, por isso Kukulkán pareceria haver atraído aos maias mais como um deus do céu que como um deus da própria atmosfera, apesar de que muitas vezes as esteiras do Yucatán representem a Kukulkán com o ar saindo de sua boca, como muitas representações mexicanas de Quetzalcoatl.
 
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