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Após o lançamento do filme, Dharma Arthur, produtora de notícias da WAPT em [[Jackson (Mississippi)|Jackson, Mississippi]] escreveu uma carta à ''Newsweek'' dizendo que a "presença de Borat" na emissora a levou a perder o emprego: "Por causa dele, meu chefe perdeu a fé em minhas habilidades e depois parece que adivinhei que iria perder o cargo [...] As pessoas não sabem o quão perturbador é que um homem que deixa tanto mal em seu caminho seja elogiado como um gênio cômico." Embora Arthur tenha dito inicialmente que havia sido mandada embora, ela posteriormente disse à [[Associated Press]] que se demitiu da estação.<ref>Carlson, Erin (13 November 2006), [https://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/11/13/AR2006111300329.html 'Borat' Victims Upset at Being Duped], ''washingtonpost.com''</ref>
 
Na cobertura de notícias que foi ao ar em janeiro de 2005 sobre as filmagens da cena do rodeio, Bobby Rowe, organizador do rodeio de [[Salem (Virgínia)|Salem, Virgínia]], que foi retratado no filme, forneceu informações sobre como ele havia se tornado vítima de uma [[Embuste|farsa]]. Rowe disse que "meses" antes da "aparição" de Borat, ele havia sido abordado por um funcionário de "uma empresa americana de cinema sediada na Califórnia que estava fazendo um documentário sobre um imigrante russo"; ele concordou em permitir que o "imigrante" cantasse o hino nacional dos Estados Unidos depois de ouvir uma fita.<ref name="Rodeo"/> Após o lançamento do filme, Bobby disse: "Algumas pessoas veem o filme e me dizem: 'Ei, você fez uma grande atuação'; eu posso ter feito uma boa atuação, mas não foi do jeito que eu queria."<ref>{{citar jornal|url= http://www.timesdispatch.com/servlet/Satellite?pagename=RTD/MGArticle/RTD_BasicArticle&cid=1149191431187 |título= 'Borat' roped in Va. crowd|data=24 de outubro de 2006|autor =Kremer, Aaron |obra= excerpt-[[The Birmingham News]]|publicado= Richmond storyID=3544|acessodata=17 de março de 2007|datali=março de 2012}}</ref> Cindy Streit, consultora de etiqueta de Borat, posteriormente contratou a renomada advogada Gloria Allred, que exigiu que o Procurador Geral da Califórnia investigasse as fraudes supostamente cometidas por Baron Cohen e pelos produtores do filme.<ref>{{citar jornal|último = Sweetingham |primeiro = Lisa |título= Etiquette expert is latest to lash out at 'Borat' creator, claiming humiliation |publicado= [[Court TV]] | url = http://www.courttv.com/people/2006/1116/borat_ctv.html |acessodata=17 de novembro de 2006 |urlmorta= sim|arquivourl= https://web.archive.org/web/20061120083559/http://www.courttv.com/people/2006/1116/borat_ctv.html |arquivodata=20 de novembro de 2006 | df = dmy-all }}</ref>
 
O site ''[[Salon.com]]'' cita o casal de judeus idosos ''Behars'' (que cedeu sua hospedagem domiciliar para Borat e Azamat no filme) chamando o longa de "excelente", referindo-se a Baron Cohen como "muito adorável e muito educado" e um "gênio".<ref name="Salon"/> Numa entrevista para o ''[[The Boston Globe]]'', o casal disse que eles consideravam o filme mais antimuçulmano do que anti-semita e que temiam que Baron Cohen e seu grupo de produtores estivessem filmando uma [[pornografia]] escondidos na casa.<ref>{{citar jornal|url= http://www.boston.com/ae/movies/articles/2006/11/18/duped_by_borat_couple_rises_above_insults_and_has_a_laugh/ |título=Duped by Borat, couple rises above insults and has a laugh |obra=[[Boston Globe]]|data=18 de novembro de 2006|acessodata=17 de março de 2007 |primeiro1 =Joseph P. |último1 =Kahn}}</ref>
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