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Etiqueta: Reversão
No ano de [[1498]] o rei de Portugal [[Manuel I de Portugal|D. Manuel I]] viaja a Espanha e fica deslumbrado com a exuberância dos interiores mouriscos, com a sua proliferação cromática nos revestimentos parietais complexos. É com o seu desejo de edificar a sua residência à semelhança dos edifícios visitados em [[Saragoça]], [[Toledo]] e [[Sevilha]] que o azulejo hispano-mourisco faz a sua primeira aparição em Portugal. O [[Palácio Nacional de Sintra]], que serviu de residência ao rei, é um dos melhores e mais originais exemplos desse azulejo inicial ainda importado de oficinas de Sevilha em [[1503]] (que até então já forneciam outras regiões, como o sul de Itália).
 
Embora as técnicas arcaicas (alicatado, corda-seca, aresta) tenham sido importadas, assim como a tradição decorativa islâmica dos excessos decorativos de composições geométricas intrincadas e complexas, a sua aparição em Portugal cede já um pouco ao gosto europeu pelos motivos vegetalistas do [[Estilo gótico|gótico]] e a uma particular estética nacional fortemente caracterizada pela influência de fatoresfactores contemporâneos. O [[descobrimentos portugueses|império ultramarino]] português vai contribuir para a variedade formal; vão ser adaptados motivos e elementos artísticos de outros povos que se transmitem pelo curso da [[aculturação]]. Um dos exemplos mais marcantes do emprego de ideias originais é o do motivo da [[esfera armilar]] que surge no Palácio Nacional de Sintra e que vai permanecer ao longo da [[história de Portugal|história portuguesa]] como o símbolo da expansão marítima portuguesa.
 
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