Diferenças entre edições de "Marília Arraes"

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perfil pessoal e profisisonal
(Perfil pessoal)
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== Política ==
[[Ficheiro:Mariliaarraes.jpg|esquerda|miniaturadaimagem]]
Filiou-se ao PSB em 2005, partido que foi presidido por Arraes. Marília sempre teve um trabalho ativo, militando em diversas campanhas socialistas. Em 2007, formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Durante o curso, engajou-se no movimento estudantil, debatendo gênero e a pluralidade de direitos, além de trabalhar em projetos de melhorias para conservação do patrimônio da universidade.
Nascida em momento de grande efervescência política, participou, desde os 14 anos de idade, das movimentações políticas de Pernambuco, ao lado de seu avô, [[Miguel Arraes]]. Em 2002, ingressou na [[Faculdade de Direito do Recife]] (UFPE), onde atuou no [[Movimento Estudantil]], defendendo o Movimento Faculdade Interativa.
 
Aos 24 anos, elegeu-se vereadora do Recife com 9.533 votos, sendo a parlamentar mais nova na 15ª legislatura. Durante o biênio 2009/2010, atuou como presidente da Comissão de Políticas Públicas da Juventude. Em 2011, tornou-se a primeira mulher a presidir a Comissão de Legislação e Justiça. Em 2012, reelegeu-se vereadora com 8.841 votos. Logo após as eleições, assumiu a Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional.
Foi assessora na Secretaria de Juventude e Emprego do Estado de Pernambuco, em 2007, onde trabalhou a geração de emprego e renda para mulheres. Em 2008, deixou a Secretaria e candidatou-se nas eleições municipais daquele ano. Foi eleita [[vereadora]] do [[Recife]] com 9.533 votos e tornou-se a vencedora mais jovem, com vinte e quatro anos de idade. No primeiro biênio, Marília desempenhou o papel de vice-líder da bancada de governo.
 
Marília voltou à Câmara Municipal do Recife em abril de 2014. Mas, devido à guinada à direita do partido, renunciou à candidatura de deputada federal. Também denunciou interferência da cúpula do PSB na juventude do partido. Em julho do mesmo ano, Marília anunciou o apoio à candidatura da presidenta da República Dilma Rousseff à reeleição.
O seu primeiro mandato foi direcionado às políticas de [[Juventude]], conquistando dentro da [[Câmara de Vereadores]], a Presidência da Comissão de Políticas Públicas de [[Juventude]]. É de sua autoria a 4ª Edição do Parlamento Jovem do [[Recife]]. Ao final de 2009, começou a integrar a Frente Parlamentar do Recife de Combate ao Crack. Além disso, dedicou-se à luta pela Memória e Verdade, trazendo várias homenagens e acontecimentos referentes à [[Ditadura Militar]], presos políticos e exilados.
 
Desde agosto de 2014, a vereadora passou a atuar como oposição a gestão do Executivo municipal comandada pelo PSB. Em fevereiro de 2016, oficializou sua desfiliação da legenda – diante da falta de democracia interna e da mudança das convicções e ideologias do partido.
No início de 2011, Marília Arraes assumiu a Presidência da Comissão de Legislação e Justiça. Pela primeira vez, uma mulher assumiu o comando desta Comissão, considerada a mais importante da Casa Legislativa, já que avalia a constitucionalidade e legalidade de todos os projetos que são apresentados na Cidade.
 
Logo em seguida Marília ingressa no Partido dos Trabalhadores (PT) de Pernambuco. A vereadora teve sua ficha de filiação abonada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a festa dos 36 anos do PT, no Rio de Janeiro. O ato de filiação aconteceu no dia 3 de março de 2016, na Câmara dos Vereadores do Recife.
Em 2012, reelegeu-se vereadora com 8.482 votos. Entretanto, logo após as eleições, foi convidada pelo prefeito do Recife Geraldo Júlio para assumir a Secretaria de Juventude e Qualificação Profissional. Após tomar posse do cargo de vereadora, licenciou-se para efetivar-se em tal função no Poder Executivo.
 
Em outubro de 2016, Marília disputou novamente as eleições municipais para continuar ocupando a casa legislativa com um mandato ativo de fiscalização, concorrendo ao seu terceiro mandato. Foi eleita com 11.872 votos, uma das maiores votações da atual legislatura e uma das mais expressivas entre os parlamentares do PT nas regiões Nordeste, Norte, Sul e Centro-Oeste. Assumiu a liderança da bancada de oposição na Casa José Mariano, reafirmando sua posição política e sua luta ao lado do povo recifense em busca de uma cidade melhor.
Em 2014, volta à Câmara dos Vereadores para disputar eleição à Câmara Federal, mas por não concordar com os rumos que o PSB está tomando com relação ao pleito, terminou renunciando à candidatura. Marília disse, na ocasião, que não seria possível fazer campanha e, posteriormente, assumir um possível mandato defendendo o que não acredita.
 
Comprometida com as causas sociais e com os direitos civis, trabalhistas e humanos, Marília esteve à frente do grupo de parlamentares e lideranças que coordenou toda a resistência contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, as reformas golpistas, o avanço do fascismo e do discurso de ódio, as ameaças contra a democracia e toda a perseguição política-jurídica-midiática contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Desde então, tem sido uma das mais fortes vozes da oposição na Casa de José Mariano (Câmara Municipal do Recife), fazendo denúncias contundentes e críticas à diretriz de governo do PSB que, ao contrário do que pregavam os programas de governo, deram uma grande guinada à "direita".
 
Em 2018, foi convocada pela militância para disputar a pré-candidatura ao Governo do Estado. Chegou a liderar as pesquisas de intenção de voto, mas o projeto não foi efetivado em função de orientações nacionais do partido, que optou pela consolidação de uma aliança com outras legendas e o apoio à reeleição do então governador, Paulo Câmara.
Em 2016, ela se desfiliou do [[PSB]] para filiar-se ao [[Partido dos Trabalhadores|PT]].<ref>{{citar web|url=http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2016/02/prima-de-campos-marilia-arraes-deixa-o-psb-e-vai-para-o-pt.html|título=Prima de Campos, Marília Arraes deixa o PSB e vai para o PT|publicado=G1 Pernambuco|data=28 de fevereiro de 2016|acessodata=8 de outubro de 2018}}</ref>. Em 2017, Marília Arraes venceu as eleições e reelegeu-se para o terceiro mandato de vereadora do Recife, com a maior votação que já teve, 11.782 votos — a mais votada das oposições e a sexta mais votada da cidade. Marília ficou também entre os parlamentares mais votados do PT em todo o Brasil, ficando atrás apenas dos vereadores daquela sigla eleitos no Rio de Janeiro e São Paulo.
 
Apoiada pela mesma militância e por inúmeros setores da sociedade civil, entrou na disputa por uma vaga na Câmara Federal. Venceu com uma expressiva votação (193. 108 mil  votos - a segunda parlamentar federal mais votada no Estado nas eleições de 2018). É a quinta mulher eleita deputada federal na história de Pernambuco.
Após tomar posse para o terceiro mandato, assumiu a liderança da bancada de oposição na Câmara Municipal do Recife.
 
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Foi pré-candidata ao governo de Pernambuco nas eleições de 2018, aprovada em convenção<ref>{{citar web|url=http://blogdomarioflavio.com.br/vs1/petistas-de-pernambuco-ignoram-decisao-de-lula-e-mantem-candidatura-de-marilia-arraes/|título=Petistas de Pernambuco ignoram decisão de Lula e mantém candidatura de Marília Arraes|publicado=Mário Flávio Política de A a Z|data=2 de agosto de 2018|acessodata=8 de outubro de 2018}}</ref>, porém sua candidatura acabou rifada pelo PT que decidiu apoiar a reeleição de [[Paulo Câmara]] (PSB), numa ofensiva pelo fortalecimento da candidatura de [[Luiz Inácio Lula da Silva|Lula]] e pela neutralidade dos socialistas nas eleições presidenciais que tendiam a apoiar [[Ciro Gomes]], que resultou no apoio petista a candidatura do PSB em Amazonas, Amapá, Paraíba e Pernambuco.<ref>{{citar web|url=https://www.valor.com.br/politica/5705567/pt-sacrifica-marilia-arraes-se-fortalece-em-mg-e-tira-psb-de-ciro|título=PT sacrifica Marilia Arraes, se fortalece em MG e tira PSB de Ciro|publicado=Valor Econômico|data=2 de agosto de 2018|acessodata=8 de outubro de 2018}}</ref><ref>{{citar web|url=http://www.pt.org.br/resolucao-do-pt-sobre-tatica-eleitoral/|título=Resolução do PT sobre tática eleitoral|publicado=Site Oficial do PT|data=1 de agosto de 2018|acessodata=8 de outubro de 2018}}</ref> A decisão foi contestada pela militância.<ref>{{citar web|url=http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2018/08/02/interna_politica,758968/marilia-se-nega-a-desistir-do-pareo.shtml|título=Humberto Costa é hostilizado em reunião do PT|publicado=Diário de Pernambuco|data=2 de agosto de 2018|acessodata=8 de outubro de 2018}}</ref>
 
Foi eleita Deputada Federal de Pernambuco nas eleições de 2018 conquistando 193.108 votos<ref>{{citar web|url=https://g1.globo.com/pe/pernambuco/eleicoes/2018/noticia/2018/10/08/veja-quem-sao-os-25-deputados-federais-eleitos-por-pernambuco.ghtml|título=Veja quem são os 25 deputados federais eleitos por Pernambuco|publicado=G1 Pernambuco|data=8 de outubro de 2018|acessodata=13 de outubro de 2018}}</ref>, sendo a segunda deputada mais votada do Estado e a única mulher eleita<ref>{{citar web|url=https://blogs.ne10.uol.com.br/social1/2018/10/07/joao-campos-e-marilia-arraes-sao-os-deputados-federais-mais-votados/|título=João Campos e Marília Arraes são os deputados federais mais votados|publicado=Blog Social 1 Portal NE10|data=7 de outubro de 2018|acessodata=13 de outubro de 2018}}</ref><ref>{{citar web|url=https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/10/politica/1539200181_132029.html|título=Filho de Eduardo Campos perpetua o poder da família em Pernambuco|publicado=EL PAÍS (Brasil)|data=13 de outubro de 2018|acessodata=13 de outubro de 2018}}</ref>
 
{{Referências|col=2}}
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