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Sem alteração do tamanho ,  3 fevereiro
Posteriormente a Vivo passou a vender alguns aparelhos [[CDMA]] desbloqueados, como o [[Moto Q]], o Motorola K1 e o Palm Treo 700wx.<ref name="desbloqueiovivo">{{citar web|url=http://info.abril.com.br/aberto/infonews/122006/20122006-12.shl|título=Vivo começa a liberar uso do Bluetooth|publicado=''INFO Exame''|data=20 de dezembro de 2006|autor=Cintia Baio|acessodata=13 de março de 2007}}</ref> A Vivo, assim como outras operadoras de [[telefonia]] fixa e móvel, suscitaram polêmica ao lançar o seu serviço de internet [[banda larga]] móvel (no caso da Vivo trata-se do serviço Vivo-ZAP) com um termo de adesão que proíbe o uso de voz sobre IP ([[VoIP]]), contrariando entendimento da [[Anatel]] sobre o tema,<ref name="anatelvoip">{{citar web|url=http://www.planetarium.com.br/planetarium/noticias/2005/11/1132572625/|autor=IDG NOW!|publicado=Planetarium|data=21 de novembro de 2005|acessodata=17 de janeiro de 2008|título=Anatel muda posição: é contra proibição de VoIP}}</ref> que é o de que a prestadora do serviço de internet não pode proibir os [[usuário]]s de utilizar qualquer tecnologia existente sobre a conexão.
 
A empresa foi acusada de formação de [[cartel]], juntamente com [[Oi (empresa)|Oi]], [[Claro]] e [[TIM Brasil|Tim]]. O grupo teria poder o suficiente para fazer a [[Agência Nacional de Telecomunicações]] impedir que novos competidores entrem na concorrência. O empresário [[''Roberto Mello]]'' declarou ao [[Ministério Público]]: “a Anatel está sendo pressionada por um cartel formado pelas quatro grandes operadoras, impedindo a entrada no mercado de um quinto competidor”.<ref>{{citar web|título=Anatel é acusada de favorecer cartel formado por Vivo, TIM, Claro e Oi | website=TecMundo |data=22 de fevereiro de 2013 | url=http://www.tecmundo.com.br/anatel/36882-anatel-e-acusada-de-favorecer-cartel-formado-por-vivo-tim-claro-e-oi.htm |acessodata=19 de outubro de 2017}}</ref>
 
Hoje a Vivo é alvo de ínumeras críticas e processos em relação a venda de planos por telemarketing, ao oferecer um plano diferente do negociado, resultando frequentemente em tarifas de proporções incabíveis, e negando em seguida o ressarcimento. A justiça entendeu como ato de má fé a prática, resultando em pagamento de inúmeras indenizações, por parte da ré.<ref name="Conjur">{{citar web|url=http://www.conjur.com.br/2013-set-06/stj-mantem-condenacao-vivo-100-mil-propaganda-enganosa|autor=Conjur|publicado=Conjur|data=6 de setembro de 2013|acessodata=13 de setembro de 2013|título= STJ mantém condenação da Vivo por propaganda enganosa}}</ref>
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