Diferenças entre edições de "Massacre das Bananeiras"

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Etiquetas: Editor Visual Possível mudança indevida de nacionalidade
As tropas posicionaram suas metralhadoras nos telhados dos prédios baixos nas esquinas da praça principal, fecharam as ruas de acesso e, após um aviso de cinco minutos, abriram fogo contra uma densa multidão de trabalhadores E suas famílias que tinham se reunido após a Missa de Domingo para esperar por uma resposta antecipada do governador.
 
O general Cortés Vargas, que comandou as tropas durante o massacre, assumiu a responsabilidade por 47 vítimas. Na realidade, o número exato de vítimas nunca foi confirmado. Herrera Soto, co-autor de um estudo abrangente e detalhado da greve de 1928, reuniu várias estimativas apresentadas pelos contemporâneos e historiadores, que variam entre 47 a 2.000. Sobreviventes, histórias orais populares e documentos escritos dão números entre 800 e 3000 mortos, acrescentando que os assassinos lançaram os mortos mar. Outras fontes afirmam que os corpos foram jogadosenterrados noem marcovas coletivas.
 
Entre os sobreviventes estava Luis Vicente Gámez, mais tarde uma famosa figura local, que sobreviveu se escondendo debaixo de uma ponte por três dias. Todo ano após o massacre, Gámez veiculava uma mensagem memorial no rádio.
Eu um despacho da embaixada dos EUA em Bogotá à Secretaria de Estado estadunidense, de 29/12/1928, afirma: "Tenho a honra de informar que o assessor jurídico da United Fruit Company aqui em Bogotá afirmou ontem que o número total de grevistas mortos pelas autoridades militares colombianas durante a recente perturbação atingiu entre quinhentos e seiscentos, enquanto o número de soldados mortos foi um".<ref>{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20020726204104/http://www.icdc.com/~paulwolf/colombia/caffery29dec1928.htm|titulo=Colombia - Violencia - from Paul Wolf|data=2002-07-26|acessodata=2017-02-08}}</ref>
 
Entre os sobreviventes estava Luis Vicente Gámez, mais tarde uma famosa figura local, que sobreviveu se escondendo debaixo de uma ponte por três dias. Todo ano após o massacre ter entregue um serviço memorial no rádio. Outra versão feita pelo oficialsoldado Jose Gregorio Guerrero disse que o número de mortos foi de nove pessoas: oito civis e um soldado. Guerrero acrescentou que Jorge Eliécer Gaitán exagerou no número de mortes.
 
A mídia anunciou números distintos de mortes e opiniões díspares a respeito dos eventos ocorridos naquela noite. A conclusão é que não há uma narrativa unânime, mas, ao contrário, variações que se diversificam a depender da fonte de onde provieram. A mídia americana proveu informação enviesada a respeito da greve. Também a mídia colombiana foi enviesada, de acordo com o alinhamento político de cada publicação. O jornal ''El Tiempo'', por exemplo, estabelecido em Bogotá, afirmou que os trabalhadores exerciam o seu direito de exigir condições melhores. No entanto, devido à posição politicamente conservadora do jornal, frisou-se a discordância com a greve.
 
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