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'''Monarquia''' é a mais antiga [[forma de governo]] ainda em vigor. Nela, o [[chefe de Estado]] se mantém no cargo até à sua morte ou à sua [[abdicação]], sendo normalmente um regime [[hereditariedade|hereditário]]. O chefe de Estado dessa forma de [[Governo|governação]] recebe o nome de [[monarca]] (normalmente com o título de [[Rei]] ou [[Rainha]]) e pode também muitas vezes ser o [[chefe do governo]]. A ele, o ofício real de governo é, sobretudo, o de reger e coordenar a administração da [[nação]], em vista do [[bem comum]] em harmonia social.<ref>Mário Saraiva, Sob o Nevoeiro (Ideias e Figuras), Edições Cultura Monárquica, Lisboa, 1987, pág. 19</ref>
 
O monarca quase nunca deteve poderes ilimitados, como muitas vezes é pensado. Foi num período muito curto que houve [[Monarquia absoluta|monarquias absolutas]], as mais comuns são as chamadas [[monarquia tradicional|monarquias tradicionais]]. Hoje em dia a grande maioria das monarquias são [[Monarquia Constitucional|monarquias constitucionais]], que lhes dá quase nenhum poder de governação do seu país, que é exercido por um [[primeiro-ministro]]. Várias rainhas e reis ou não sei oque mas.
 
Apesar da chefia do [[Estado]] hereditária ser a característica mais comum das monarquias, existem na história inúmeros casos de [[Monarquia eletiva|monarquias eletivas]], tais como a do milenar [[Sacro Império Romano-Germânico]], a [[República das Duas Nações]] (república aristocrática, precursora da ideia de Monarquia Constitucional), e os atuais [[Vaticano]], [[Andorra]], [[Camboja]], [[Emirados Árabes Unidos]], [[Kuwait]], [[Malásia]], [[Suazilândia]], não sendo consideradas [[república]]s.