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No final dos anos 1920 o Brasil buscava criar uma identidade capaz de diferenciá-lo dentro da nova ordem mundial estabelecida após a [[Primeira Guerra Mundial|Primeira Grande Guerra]]. O conceito de negritude se destacava mundialmente valorizando as produções culturais negras como a [[Arte de África|Arte africana]] e o [[jazz]]. A festa carnavalesca e o novo ritmo de base negra recém surgido, o [[samba]], seriam as bases para a formulação de um sentido de brasilidade. A valorização do samba e da negritude acabariam aumentando o interesse da intelectualidade nos novos "grupos de samba" que surgiam nos morros cariocas. Esses grupos passariam a se apresentar "no asfalto", ou seja, longe dos guetos dos morros, sendo chamados de [[escolas de samba]].<ref name="MultiRio">{{Citar web|url=http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/8651-a-historia-dos-desfiles-das-escolas-de-samba|título=A história dos desfiles das escolas de samba|publicado=Portal MultiRio|acessodata=21-7-2017}}</ref>
{{Imagem tripla|left|Arlindo Rodrigues na peça “Freud explica, explica?”.tif|150|Fernando Pamplona (1956).tif|132|Fernando Pinto.jpg|134|[[Arlindo Rodrigues]] (esquerda), [[Fernando Pamplona]] (centro) e [[Fernando Pinto (carnavalesco)|Fernando Pinto]] (direita), icônicos carnavalescos.}}
 
Em 1932, o periódico [[Mundo Sportivo]], do jornalista pernambucano [[Mário Filho]] (irmão do dramaturgo [[Nelson Rodrigues]]), decidiu organizar o primeiro desfile competitivo das escolas de samba.<ref name="MultiRio"/>
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