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De volta ao Egito, Abdulá participa com a sua frota numa expedição contra o [[Chipre]] comandada pelo governador da Síria, o futuro califa Moáuia, que resultou no compromisso do pagamento de um tributo anual de {{fmtn|7200|[[Dinar (moeda)|dinares]]}} por parte dos cipriotas.{{HarvRef|Des Gagniers|p=121}}{{ntref2|frref}}
 
Em 651, Abdulá organiza uma segunda expedição à Núbia. Assedia a cidade de [[DongolaVelha (Sudão)Dongola|Dongola]] e destrói a respetiva igreja, mas perante a incerteza da relação de forças, assina um tratado de paz ({{ilc||Baqt|Bakt}}) entre o Egito muçulmano e o reino cristão de [[Macúria]]. Esse tratado viria a ser respeitado ao longo de todo o período islâmico inicial, à parte de alguns incidentes ocasionais, e estabeleceu em [[Assuão]] a fronteira sul do Egito muçulmano.{{HarvRef|name=Petry67|Petry|1999|p=67-68}} O rei núbio Calidurun comprometeu-se a pagar um tributo anual de 360 escravos aos muçulmanos em troca de cereais, tecidos, cavalos e vinho do Egito.{{HarvRef|Renault|1985|p=19}}{{ntref2|frref}}
 
Em 655, Abdulá é o protagonista de uma vitória naval decisiva sobre a ainda todo-poderosa [[marinha bizantina]] do imperador {{Lknb|Constante|II}}, a [[batalha dos Mastros]] (de ''Phoenix'' nos registos [[Império Bizantino|bizantinos]] e ''Dhat al-sawari'' nos registos árabes), travada ao largo da cidade de [[Fênico]], na [[Lícia]].<ref name=brit1 />{{Harvy|citSocAsia|Journal asiatique|1826|p=63}}{{ntref2|frref}}