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==Biografia==
Benjamin Netanyahu nasceu em [[Tel Aviv]] em uma família de [[Cultura judaica|judeus]] [[Secularismo|seculares]], filho de uma israelense e [[Benzion Netanyahu|um polonês]].<ref name="David Remnick">{{cite magazinecitar revista|url=http://www.newyorker.com/online/blogs/newsdesk/2013/01/bibis-blues.html|titletítulo=Bibi's Blues|authorautor =[[David Remnick]] |datedata=23 de janeiro de 2013|magazinerevista=The New Yorker}}</ref><ref>{{citecitar web |authorautor =Judy Dempsey |datedata=3 de maio de 2012 |url=http://carnegieeurope.eu/strategiceurope/?fa=48021 |titletítulo=The Enduring Influence of Benjamin Netanyahu's Father |publisherpublicado=Carnegie Europe}}</ref> Ele inicialmente foi criado em [[Jerusalém]] mas se mudou para os [[Estados Unidos]] aos sete anos, morando lá de 1956 a 1958, e depois de 1963 a 1967, morando em Cheltenham Township, nos subúrbios de [[Filadélfia]], adquirindo fluência em inglês.<ref name="ynetnews.com">{{citecitar newsjornal|url=http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4187902,00.html |titletítulo=Prime Minister Benjamin Netanyahu |datedata=10 de fevereiro de 2012 |publisherpublicado=Ynetnews |accessdateacessodata=9 de março de 2013}}</ref>
[[Ficheiro:Flickr - Government Press Office (GPO) - P.M. Netanyahu Visiting the Western Wall.jpg|miniaturadaimagem|esquerda|Netanyahu visitando o Muro Ocidental, em Jerusalém, em 1998.]]
Netanyahu se juntou as [[Forças de Defesa de Israel]] logo após a [[Guerra dos Seis Dias]], em 1967, e se tornou um líder de grupo numa unidade de forças especiais da [[Sayeret Matkal]]. Ele participou em várias missões, como as Operações ''[[Batalha de Karameh|Inferno]]'' (1968), ''Gift'' (1968) e ''Isotope'' (1972), sendo ferido no ombro. Netanyahu lutou na linha de frente nas guerras [[Guerra de Desgaste|de Desgaste]] e [[Guerra do Yom Kippur|do Yom Kippur]], tomando também parte em missões especiais no [[Canal de Suez]] e na [[Síria]].<ref name="Sayeret Matkal is 50 years old">Amir Buhbut, [http://www.nrg.co.il/online/1/ART1/560/122.html "Sayeret Matkal is 50 years old"], NRG Maariv, acessado em março de 2019</ref><ref name="ginsburg1">Mitch Ginsburg (25 de outubro de 2012) [http://www.timesofisrael.com/saving-sergeant-netanyahu/#! "Saving Sergeant Netanyahu"], ''The Times of Israel'', acessado em março de 2019</ref> Chegou a patente de capitão antes de ser dispensado. Seu irmão, [[Yonatan Netanyahu]], também era militar e morreu em combate durante a chamada [[Operação Entebe]]. Benjamin Netanyahu retornou então para os Estados Unidos e foi estudar no [[Instituto de Tecnologia de Massachusetts]] (MIT), conseguindo um [[Bachelor of Science]] (SB) e um [[Master of Science]] (SM) em 1976. Netanyahu foi logo contratado como um consultor no [[Boston Consulting Group]] antes de votar para Israel em 1978.
 
Em 1978, se filiou ao partido conservador [[Likud]] e foi eleito para o [[Knesset]]. Netanyahu serviu como [[Lista de representantes permanentes de Israel nas Nações Unidas|representante de Israel]] nas [[Nações Unidas]], de 1984 a 1988. Durante a [[Conferência de Madri]] de 1991, Netanyahu foi membro da delegação israelense, liderada pelo primeiro-ministro [[Yitzhak Shamir]]. Logo em seguida, foi apontado para trabalhar diretamente no gabinete do Chefe de Governo.<ref name="netanyahu">{{citecitar web |url=http://www.netanyahu.org/biography.html |publisherpublicado=Netanyahu.org |titletítulo=Benjamin Netanyahu |accessdateacessodata=18 de novembro de 2012 |deadurlurlmorta=yes sim|archiveurlarquivourl=https://web.archive.org/web/20121116144653/http://netanyahu.org/biography.html |archivedatearquivodata=16 de novembro de 2012}}</ref>
 
Em 1993, Netanyahu se tornou líder do Likud e levou seu partido a vitória nas eleições de 1996, se tornando o mais jovem [[Primeiro-ministro de Israel|primeiro-ministro]], de junho de 1996 a julho de 1999. Diferente de outros líderes israelenses, Netanyahu não buscou inicialmente consolidar a paz com os [[Estado da Palestina|palestinos]], mostrando aversão a algumas partes dos Acordos de Oslo, acreditando que deveria ser os palestinos a fazer concessões a Israel se quisessem um acordo de paz duradouro. Atentados promovidos pelo [[Hamas]] em meados da década de 1990 só endureceu suas visões e política externa. Tomou várias medidas que, segundo ele, aumentariam a segurança dos israelenses, como a construção de um túnel pelo [[Bairro Muçulmano]] de Jerusalém para que judeus pudessem atravessar o Muro Ocidental. Isso gerou protestos por parte dos palestinos, reprimidos com violência pela polícia israelita. Como primeiro-ministro, Netanyahu enfatizou a politica das "três negativas": nenhuma retirada das Colinas de Golã, nenhuma negociação sobre o status de Jerusalém, nenhuma negociação com pré-condições.<ref>Hawas, Akram T. ''[http://www.smi.uib.no/pao/hawas.html#fn54 The new alliance: Turkey and Israel] {{webarchive|url=https://web.archive.org/web/20110222112048/http://www.smi.uib.no/pao/hawas.html |date=22 de fevereiro de 2011 }}''</ref> Muitos criticaram esta postura inflexível por parte dele como um empecilho para a paz. Internamente, adotou políticas de [[Liberalismo econômico|liberalização econômica]] e desregulamentação. Considerado intransigente, não negociava com os partidos de [[Esquerda (política)|esquerda]], mas com o tempo também foi perdendo simpatia os membros da direita moderada. Em 1997, surgiram as primeiras acusações de corrupção e troca de influência. Dois anos depois, a [[Polícia de Israel|polícia israelense]] novamente tentou indiciar o primeiro-ministro por corrupção em um caso separado, mas, nas duas ocasiões, falta de provas impediu que o caso fosse adiante. Contudo, foi o suficiente para arranhar a imagem política de Netanyahu e em 1999 ele perdeu a eleição para [[Ehud Barak]], de uma coalizão de centro-esquerda. Ele foi então trabalhar novamente no setor privado, trabalhando como consultor por dois anos na empresa de comunicação BATM.<ref>{{cite newscitar jornal|titletítulo=Netanyahu Now High-Tech Consultant |url=http://articles.latimes.com/1999/aug/03/news/mn-62127 |newspaperjornal=[[Los Angeles Times]] |datedata=3 de agosto de 1999 |agencyagência=Associated Press |accessdateacessodata=20 de setembro de 2012}}</ref><ref>{{cite newscitar jornal|lastúltimo =Freund |firstprimeiro =Oren |script-title=he:חברת העבר של בנימין נתניהו נרשמה למסחר בבורסה בת"א |url=http://www.themarker.com/markets/1.1826447 |newspaperjornal=TheMarker |datedata=19 de setembro de 2012 |languagelíngua=He |trans-titletítulotrad=Past company of Benjamin Netanyahu listed for trade on the Tel Aviv Stock Exchange |accessdateacessodata=16 de março de 2010}}</ref>
[[Ficheiro:President Trump at the Israel Museum. Jerusalem May 23, 2017 President Trump at the Israel Museum. Jerusalem May 23, 2017 (34460980460).jpg|miniaturadaimagem|esquerda|[[Donald Trump]] se encontra com Bejamin Netanyahu em Jerusalém, em maio de 2017.]]
Netanyahu retornou para a política em 2002 para servir no [[Ministério das Relações Exteriores (Israel)|Ministério das Relações Exteriores]] (2002–2003) e no das Finanças (2003–2005) no governo de [[Ariel Sharon]], mas ele deixou seu cargo como protesto ao plano de [[Plano de retirada unilateral de Israel|retirada unilateral]] israelense da [[Faixa de Gaza]]. Quando ele serviu como ministro das finanças, Netanyahu engajou em várias reformas econômicas, que segundo vários analistas resultaram em melhorias na economia do país.<ref>Thomas G. Mitchell ''Likud Leaders'' (McFarland 2015), capítulo 10</ref> Em dezembro de 2005, reassumiu a liderança do Likud quando Sharon deixou a legenda para fundar seu próprio partido, o [[Kadima]].<ref name=xinh>{{cite newscitar jornal|titletítulo=Netanyahu elected as Likud party chairman |url=http://news.xinhuanet.com/english/2005-12/20/content_3944753.htm |publisherpublicado=Xinhua News Agency |datedata=20 de dezembro de 2005 |accessdateacessodata=27 de julho de 2009 |deadurlurlmorta=yes sim|archiveurlarquivourl=https://web.archive.org/web/20060227183818/http://news.xinhuanet.com/english/2005-12/20/content_3944753.htm |archivedatearquivodata=27 de fevereiro de 2006 }}</ref> Ao final de 2006, se tornou [[Líder da oposição]] no Knesset. Após as [[Eleições legislativas de Israel em 2009|eleições de 2009]], o Likud terminou em segundo lugar, mas os partidos de direita se saíram bem,<ref>{{cite newscitar jornal|firstprimeiro =Gil|lastúltimo =Hoffman|titletítulo= Kadima wins, but rightist bloc biggest |url=http://www.jpost.com/Israel/Article.aspx?id=132385 |newspaperjornal=[[The Jerusalem Post]] |datedata=10 de fevereiro de 2009 |accessdateacessodata=17 de junho de 2012}}</ref> e Netanyahu formou um governo de coalizão.<ref name=swornh>{{cite newscitar jornal|titletítulo=Netanyahu sworn in as Israel's prime minister |url=http://www.haaretz.com/news/netanyahu-sworn-in-as-israel-s-prime-minister-1.273265 |newspaperjornal=Haaretz |datedata=31 de março de 2009 |accessdateacessodata=10 de março de 2013}}</ref><ref name=swornr>{{cite newscitar jornal|titletítulo=Netanyahu sworn in as Israeli prime minister |firstprimeiro =Jeffrey |lastúltimo =Heller |url=https://www.reuters.com/article/2009/03/31/us-israel-idUSTRE52U4VH20090331 |publisherpublicado=Reuters |datedata=31 de março de 2009 |accessdateacessodata=10 de março de 2013}}</ref> Quatro anos depois, nas [[Eleições legislativas de Israel em 2013|eleições de 2013]], seu partido se tornou o mais votado e Netanyahu se tornou o segundo político israelense a ser eleito para um terceiro mandato, atrás apenas de [[David Ben-Gurion]] (o fundador de Israel). Então, nas [[Eleições legislativas de Israel em 2015|eleições de 2015]], conquistou no voto um quarto mandato.<ref>{{citar web|URL=https://www.foxnews.com/world/netanyahu-calls-early-israel-election-for-april-in-bid-for-fourth-straight-term|título=Netanyahu calls early Israel election for April in bid for fourth straight term|publicado=[[Fox News]]|acessodata=2 de março de 2019}}</ref>
 
Netanyahu foi eleito primeiro-ministro de Israel quatro vezes, empatando Ben-Gurion na quantidade de mandatos. Ele também é o único primeiro-ministro israelense a ser eleito três vezes seguida<ref>Amir Tibon & Ben Birnbaum (20 de março de 2015), [http://www.newyorker.com/news/news-desk/how-israels-left-lost-to-netanyahu "'Is This Ship Sinking?' Inside the Collapse of the Campaign Against Netanyahu"], ''[[The New Yorker]]''</ref> e o segundo que serviu mais tempo no cargo, atrás de David Ben-Gurion.<ref>[https://www.economist.com/news/briefing/21646188-israels-prime-minister-has-fair-chance-hanging-faces-serious-challenge-can "Can Binyamin Netanyahu win again?"], ''The Economist'', 14 de março de 2015</ref> Em 2018, frente a uma crise política, ele convocou [[Eleições legislativas de Israel em 2019|novas eleições para 2019]]. Caso vencesse, seria o primeiro-ministro com mais anos no cargo.<ref>Stoyan Zaimov (18 de março de 2015), [https://www.christianpost.com/news/israeli-prime-minister-benjamin-netanyahu-wins-re-election-becomes-israels-longest-serving-prime-minister-135890 "Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu Wins Re-Election, Becomes Israel's Longest-Serving Prime Minister"], ''[[The Christian Post]]'', acessado em 1 de março de 2019</ref>
No seu segundo e terceiro mandato, Benjamin Netanyahu mostrou-se mais linha dura em questões de política externa, especialmente lidando com palestinos e com o [[Hezbollah]]. Para o processo de paz na região, mostrava dúvidas com a [[solução dos dois Estados]], afirmando um futuro Estado de Israel, ao lado de uma nação Palestina, não seria concebido nas fronteiras pré-1967.<ref>{{citar web|URL=https://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-13515226|título=Israel PM Benjamin Netanyahu defiant on 1967 borders|publicado=BBC|acessodata=1 de março de 2019}}</ref> Ele também passou a apoiar a expansão das [[colônias israelenses]] na [[Cisjordânia]]. Isso gerou desentendimentos com o governo dos Estados Unidos, encabeçado pelo então presidente [[Barack Obama]], afirmando que tais assentamentos eram um empecilho para a paz. As relações dos israelitas com os estadunidenses, que historicamente sempre foi forte, ficou um tanto tribulada durante a [[Presidência de Barack Obama|administração Obama]], embora a Casa Branca mantivesse o apoio econômico e militar a Israel de forma intocada. Para um possível acordo de paz, Netanyahu exigiu que os palestinos deixassem de [[Posições sobre Jerusalém|reivindicar]] Jerusalém como sua capital, afirmando ainda que um futuro país palestino seria desmilitarizado. Na prática, embora mantivesse o [[bloqueio à Faixa de Gaza]] (dominada pelo Hamas), contribuindo para o empobrecimento da região e agravamento da crise humanitária, ele abriu vários postos de checagem e encerrou algumas sanções contra a Cisjordânia, levando a uma melhoria da situação econômica por lá no começo da década de 2010. Travou duas guerras rápidas, mas sangrentas, com os palestinos em Gaza, nas operações [[Operação Pilar Defensivo|Pilar Defensivo]] (2012) e [[Operação Margem Protetora|Margem Protetora]] (2014). Netanyahu também aumentou a retórica agressiva contra o [[Irã]] e seu [[Programa nuclear iraniano|programa nuclear]], não aceitando qualquer negociação que com os iranianos que não envolvesse o completo desmantelamento da sua infraestrutura nuclear, ameaçando de força militar contra o Irã, se necessário.<ref>{{citar web|URL=https://www.foreignaffairs.com/articles/israel/2019-02-06/netanyahus-referendum|título=Will Israeli Voters Reelect Benjamin Netanyahu?|publicado=ForeignAffairs.com|acessodata=1 de março de 2019}}</ref>
 
Internamente, a economia israelense continuou a melhorar, porém no começo da década de 2010, o custo de vida e o encolhimento da classe média gerou uma série de protestos anti-governo pedindo melhorias no cenário [[Socioeconomia|sócio-econômico]].<ref name="Sheafer">{{citecitar newsjornal|titletítulo=Scale of social justice protests surprises experts |url=http://www.jpost.com/NationalNews/Article.aspx?id=233324|workobra=The Jerusalem Post|authorautor =Melanie Lidman|accessdateacessodata=17 de agosto de 2011}}</ref> Uma vez reeleito em 2013, persistiu em suas políticas de liberalização econômica, mas também mirou a redução da pobreza e da desigualdade de renda. Ele reduziu a burocracia e as regulamentações, especialmente sobre a indústria.<ref>{{cite newscitar jornal|url=http://www.haaretz.com/business/concentration-in-business/.premium-1.576937|titletítulo=Netanyahu vows to free economy of regulation and bureaucracy|datedata=27 de fevereiro de 2014|workobra=Haaretz}}</ref> Ele também buscou reduzir a imigração e, acima de tudo, tomou ações para conter a [[imigração ilegal]], especialmente de árabes e africanos.<ref>Raphael Ahren (19 de juho de 2017), [http://www.timesofisrael.com/in-overheard-comments-netanyahu-lashes-eus-crazy-policy-on-israel "In hot mic comments, Netanyahu lashes EU's 'crazy' policy on Israel"], ''The Times of Israel'', acessado em 2 de março de 2019.</ref> Em 2011, a vista de instabilidade econômica, Netanyahu propôs cortes no orçamento, afirmando que a área de defesa seria atingida. Após protestos dos militares, ele preferiu cortar gastos sociais e aumentou o orçamento das forças armadas.<ref>{{cite newscitar jornal|titletítulo=Netanyahu decides not to cut Israel's defense budget in 2012 |firstprimeiro =Moti |lastúltimo =Bassok |url=http://www.haaretz.com/business/netanyahu-decides-not-to-cut-israel-s-defense-budget-in-2012-1.403639 |newspaperjornal=Haaretz |datedata=26 de dezembro de 2011 |accessdateacessodata=16 de março de 2013}}</ref> Nas eleições de 2013 e 2015, adotou uma postura nacionalista e mais conservadora, mantendo sua linha dura mais voltada para a área de segurança nacional, porém afirmou ser favorável a direitos dos homossexuais.<ref>[http://www.jpost.com/landedpages/printarticle.aspx?id=405669 PM to LGBT community: Israel among world's most open countries], 6 de novembro de 2015, ''The Jerusalem Post''</ref><ref>{{cite bookcitar livro|titletítulo=Fighting Terrorism: How Democracies Can Defeat Domestic and International Terrorism |yearano=1995 |publisherpublicado=Farrar, Straus and Giroux |isbn=978-0374154929|pages páginas=8–9}}</ref>
 
Durante os quatro mandatos de Netanyahu como primeiro-ministro, acusações de corrupção o acompanhou. Em uma das ações possivelmente mais consequentes, em 28 de fevereiro de 2019, o procurador-geral israelense anunciou, após uma investigação de dois anos, que ele iria indiciar formalmente Netanyahu em acusações de suborno e fraude em três casos distintos, fazendo de Netanyahu o único primeiro-ministro de Israel a responder por um crime enquanto ele ainda estava no cargo. Benjamin Netanyahu negou todas as acusações.<ref>{{citecitar newsjornal|url=https://www.nbcnews.com/news/world/israel-prime-minister-benjamin-netanyahu-indicted-bribe-fraud-charges-n977571|titletítulo=Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu to be indicted on corruption charges|datedata=28 de fevereiro de 2019|publisherpublicado=NBC News|accessdateacessodata=1 de março de 2019}}</ref><ref>{{citar web|URL=https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/02/28/procurador-geral-de-israel-anuncia-que-pretende-acusar-netanyahu-de-corrupcao.ghtml|título=Procurador-geral de Israel anuncia que pretende acusar Netanyahu de corrupção|publicado=[[G1]]|acessodata=1 de março de 2019}}</ref>
 
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