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Em alguns casos as monarquias são dependentes de outros poderes (como [[vassalo]]s, [[suserania]], [[protetorado]]s, [[Estado fantoche|estados fantoches]], [[hegemonia]]).
 
Em outros casos o poder do monarca não é limitado devido a restrições constitucionais mas sim à eficácia militar. Nos últimos tempos do [[Império Romano]],<ref>Houaiss, Antônio, ''Pequeno Dicionário Enciclopédio Koogan Larousse'', editora Larousse do Brasil Ltda., Rio de Janeiro, 1979, pág. 1500</ref> a [[Guarda Pretoriana|guarda pretoriana]] depôs várias vezes imperadores e nomeando um novo imperador. Os reis helénicos da [[RepúblicaMacedónia da MacedóniaAntiga|Macedónia]] e do [[Epiro]] eram eleitos pelo ''braço'', que foi semelhante, em composição, à [[ecclesia]] das democracias, o município de todos os cidadãos livres; o [[serviço militar]] era muitas vezes ligado à cidadania, entre os membros do sexo masculino da Casa Real. A dominação militar do monarca ocorreu na [[Tailândia]] moderna e no [[Japão]] medieval (em que um chefe militar hereditário, o [[Shogun]], era o governante de facto, embora o imperador japonês nominalmente governasse). Na [[Itália|Itália fascista]], uma monarquia coexistiu com o [[fascismo|partido fascista]] de [[Benito Mussolini]], tal como aconteceu na [[Reino da Roménia|Romênia]] ou na [[Reino da Grécia|Grécia]]. A [[Espanha franquista|Espanha]], chefiada por [[Francisco Franco]], foi oficialmente uma monarquia, embora não houvesse nenhum monarca no trono. Após a sua morte, Franco foi sucedido, como chefe de Estado, pelo herdeiro [[Casa de Bourbon|Bourbon]], [[Juan Carlos I da Espanha|Juan Carlos I]].
 
[[Imagem:Jacques-Louis David 014.jpg|thumb|esquerda|[[Napoleão I da França|Napoleão I, Imperador dos Franceses]] por [[Jacques-Louis David]]]]
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