Diferenças entre edições de "Cuscuta racemosa"

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Nos ramos da planta parasitada, suas ramificações se fixam, elicoidalmente, emitindo um a vários haustórios (raízes sugadoras de holoparasitas) a partir da interface de contato para dentro do órgão parasitado. Como ela obtém os nutrientes da planta hospedeira, assume-se que ela não é capaz de fotossintetizar. Porém, dados indicam que ela é capaz de fixar CO2 e provavelmente usa sua capacidade fotossintética depois da morte da planta hospedeira.
 
Em países de clima temperado (temperatura que varia regularmente ao longo do ano), a cuscuta produz flores e sementes. Estas funcionam como órgãos de resistência, sobrevivendo no chão ao inverno rigoroso. Posteriormente germinam, emitindo o caule filiforme, que se adere à planta parasitada, que são mudas de árvores ou plantas de porte herbáceo. As sementes podem permanecer viáveis no solo por períodos maiores a 15 anos e germinam quando as condições voltam a ser favoráveis.
 
No sudeste brasileiro (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo), árvores de porte médio tem sido observadas parasitadas, bem isoladamente, parecendo que o cipó de chumbo (cuscuta) tem contato com eficientes agentes para dispersão aérea, como pássaros, que transportam pedaços filiformes para a construção de ninhos e alimentação.
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