Diferenças entre edições de "Ar-Pharazôn"

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Ar-Pharazôn, dentro da mitologia de [[Tolkien]], foi o rei mais arrogante e imponente, vigésimo-quinto e último rei de [[Númenor]]. Se tornou rei quando se casou com [[Míriel]] (filha de [[Tar-Palantír]]), pois esta se tornaria a quarta Rainha de Númenor, mas Ar-Pharazôn usurpou o trono. Ele afrontou [[Sauron]] e o capturou sem luta, levando-o à Ilha como prisioneiro. Mas Sauron era astuto e maligno. Descobriu que os numenoreanos há algum tempo temiam a morte e invejavam a vida eterna dos elfos em silêncio, apesar de eles terem vida mais longa em relação aos outros homens da Terra-Média. Então envenenou a mente dos numenoreanos e a do rei e começou até a fazer parte do Conselho de Númenor, dizendo que a vida eterna era um direito que os numenoreanos tinham. Passou a perseguir os [[Fiéis]], que eram contra esses pensamentos, mas chegou em seu ápice quando propôs a Ar-Pharazôn guerrear contra os elfos e os [[Valar]]. Então Ar-Pharazôn saiu com a maior frota que [[Arda]] jamais vira. Pharazôn chegou a pisar em Aman, mas Ilúvatar fora invocado pelos Valar. Então houve um grande tremor. Partes do [[Pélori]] desceram abaixo, matando Ar-Pharazôn e alguns de seus homens que lá haviam pisado, sendo enterrados vivos. Navios afundaram, Númenor se rasgou e o mar invadiu. Sauron morreu, mas seu espírito retornou a Mordor em fúria. Míriel também morreu enquanto tentava subir o [[Meneltarma]] para se salvar, mas o mar a levou. Os [[Fiéis]] por pouco conseguiram escapar, chegando à Terra-Média. Alguns dos numenoreanos que seguiam Ar-Pharazôn sobreviveram e viveram em [[Umbar]], tornando-se os numenoreanos negros.
 
[[Categoria:Personagens de Tolkien]]
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