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Ali, escrevendo e atuando numa peça, seu talento e vocação foram revelados para as [[artes performativas]]. Participou em programas de rádio, grupos de teatro e cinema amadores, e até do movimento estudantil.
 
Glauber teve uma breve experiência como repórter policial do [[Jornal da Bahia]], participando da equipe fundadora do periódico de Salvador, que contou também com o escritor [[João Ubaldo Ribeiro]]. Tornou-se também bastante interessado por cinema, do qual não só seria um destacado e desafiante realizador, como também um de seus maiores teóricos.
 
Começou a realizar filmagens (seu filme ''Pátio'', de [[1959]], ao mesmo tempo em que ingressou na [[Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia|Faculdade de Direito da Bahia]], hoje da [[Universidade Federal da Bahia]], entre 1959 a [[1961]]), que logohavia abandonouabandonado para iniciartrabalhar umaem breve carreira jornalísticaJornalismo, em que o foco era sempre sua paixão pelo cinema. Da faculdade foi o seu namoro e casamento com uma colega, [[Helena Ignez]].
 
Seu primeiro longa-metragem, ''Barravento'', seria dirigido na verdade por outro diretor, Luís Paulino dos Santos, mas problemas pessoais fizeram com que mudasse a direção e Glauber acabou assumindo o trabalho. Enquanto finalizava ''Barravento'', lançado no fim de 1961, Glauber participou, nesse ano, num pequeno papel de ator, além de ter participado da produção do filme.
 
Sempre controvertido, escreveu e pensou cinema. Queria uma arte engajada ao pensamento e pregava uma nova estética, uma revisão crítica da realidade. Era visto pela [[Golpe Militar de 1964|ditadura militar]] que se instalou no país, em [[1964]], como um elemento subversivo.<ref>[http://omartelo.com/omartelo22/materia1.html O Martelo - GLAUBER ROCHA e a DITADURA]</ref>