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O sionismo moderno aos poucos arrebatou e convenceu a maioria dos judeus de todo o mundo. Começaram as imigrações judaicas para a província palestina, onde estes pioneiros adquiriam terras dos árabes e estabeleciam colônias e fazendas coletivas (''[[Kibbutz]]im'').
 
A escolha da causa sionista pelo território da então província palestina derivava de todo o significado cultural e histórico que a antiga Israel bíblica possuiapossuía para o povo judeu. Herzl e os sionistas defendiam a criação de um estado judaico em todo o território original de Israel, o que incluiria hoje a atual [[Jordânia]], embora propostas de cessão de territórios na [[Patagônia]], no [[Chipre]] e em [[Uganda]] tenham sido estudadas.
 
== Nascimento do moderno Estado de Israel ==
Após o término da [[Primeira Guerra Mundial]] e a queda do [[Império Turco-Otomano]], a antiga província da Palestina passou a ser administrada pela [[Grã-Bretanha]]. Atendendo às solicitações dos sionistas, os ingleses promulgaram em [[1917]] a [[Declaração Balfour]], onde a Grã-Bretanha se comprometia a ajudar a construir um "lar judaico" na Palestina, com a garantia de que este não colocasse em causa os direitos políticos e religiosos das populações não- judaicas.
 
Com a reação violenta dos árabes a partir da década de 1920, os ingleses tentaram regredir na sua promessa, implementando políticas de restrição à imigração de judeus.
A campanha militar foi dramática, com várias dificuldades nos primeiros dias da guerra. Mas as [[Forças de Defesa de Israel]] conseguiram rechaçar a invasão e chegar às portas do [[Cairo]] e de [[Damasco]], vencendo a guerra e mantendo o poder sobre os territórios ocupados.
 
Após a vitória, foi estabelecida a [[Comissão Agranat]], que investigou a suposta omissão dos fatores que poderiam ter prevenido o ataque. A Comissão acabou por inocentar a Primeira-Ministra, o Ministro da Defesa [[Moshe Dayan]] e o Comandante- em- chefe [[Chaim Bar-Lev]] e Golda Meir foi reeleita em [[1974]]. Mas a impopularidade gerada pela guerra levou à sua renúncia em [[11 de abril]], pouco depois de sua reeleição. Golda Meir retirou-se da vida pública e foi substituída por [[Yitzhak Rabin]].
 
=== O primeiro Gabinete Rabin ===
 
=== O caso de [[Entebbe]] ===
Em [[27 de junho]] de [[1976]] um grupo terrorista sequestra o [[voo Air France 139]], que seguia de Tel Aviv para [[Paris]] com escala em [[Atenas]]. O avião foi desviado até [[Entebbe]], no [[Uganda]]. Os terroristas pertenciam ao grupo alemão ''[[Baader-Meinhof]]'', e exigiam a libertação de 53 terroristas presos em cadeias de vários países. Os reféns não- judeus são libertados no dia 30.
 
O gabinete Rabin convocou os serviços de inteligência do país para a elaboração de uma operação de resgate. Uganda, sob o domínio do ditador [[Idi Amin Dada]], era um país hostil desde que Israel se recusara a vender caças ''Phantom'', que sabidamente seriam usados em operações militares contra o [[Quênia]] e a [[Tanzânia]]. Em [[1972]] Amin Dada expulsou todos os judeus de Uganda como retaliação. A operação secreta, inicialmente batizada como "Operação Thunderball", é colocada em prática. No dia [[3 de julho]], homens da Brigada Golani desembarcam em Entebe, invadem a aeronave e executam os terroristas. Imediatamente, soldados ugandenses começam a atirar nos homens da Brigada Golani, o que provoca a reação dos soldados. Onze jatos MIG de Uganda são explodidos durante a operação. Toda a operação durou apenas 90 minutos. Yoni Netanyahu, comandante israelense ferido por um ugandense, morre em [[Nairobi]], [[Quênia]]. Além do oficial, três reféns também morreram durante a operação de resgate. Uma quarta refém, a idosa Dorra Bloch, ferida e atendida num hospital ugandês, é posteriormente assassinada por ordem do ditador Dada.
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