Diferenças entre edições de "Duarte de Bragança, senhor de Vila do Conde"

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Em [[1638]] visitou [[Portugal]], quando foi-lhe pedido tomar o comando da revolta que culminaria na [[Restauração da Independência]]<ref>''[http://books.google.com.br/books?id=TGYjyuHQebQC&pg=PA325#v=onepage&q&f=false RELAÇÃO de tudo o que passou na felice Aclamação do mui Alto & mui Poderoso Rei D. JOÃO O QUARTO, nosso Senhor, cuja Monarquia prospere Deos por largos anos]''. Texto publicado em 1641, sem indicação do autor, impresso à custa de Lourenço de Anveres e na sua oficina, e unanimemente atribuído ao Padre Nicolau da Maia de Azevedo</ref>. Quando a notícia chegou à [[Alemanha]], escreveu em [[12 de Janeiro]] de [[1641]] ao irmão a dizer-lhe que voltaria ao reino assim que pudesse. Mas a [[Espanha]] obteve por via diplomática que o imperador prendesse o infante na fortaleza de [[Passau]], de onde transitou para a de [[Graz]], no sul da [[Áustria]]. D. João IV ordenou aos embaixadores que usassem de todos os meios para libertarem o irmão e pediu ajuda ao [[papa Inocêncio X]], sem êxito.
 
D. Duarte, que não intervira na conjura, foi vendido aos espanhóis e acabou por sofrer as consequências da Restauração. Encerrado nona Torre Rocchetta do [[Castello Sforzesco]] de [[Milão]], morreu após oito anos de cativeiro, em [[3 de Setembro]] de [[1649]]. Foi sepultado na igreja do mesmo castelo.
 
A corte portuguesa cobriu-se de luto rigoroso mas, embora na época aquela figura tenha suscitado muita simpatia entre os portugueses, a história foi esquecida.
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