Diferenças entre edições de "Maria Lalande"

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| nacionalidade = Portuguesa
| morte_data = {{morte|21|3|1968|7|11|1913}}
| morte_local = [[São Domingos de Benfica]], [[Lisboa]]
| educação =
| residência =
| assinatura =
}}
'''Maria Adelaide da Silva Lalande''' ([[Salgueiro do Campo]], [[Castelo Branco]], [[7 de Novembro]] de [[1913]] — [[São Domingos de Benfica]], [[Lisboa]], [[21 de Março]] de [[1968]]) foi uma [[actriz]] [[portuguesa]].
 
==Família==
==Biografia==
[[Ficheiro:Maria Lalande - Não Há Rapazes Maus.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|300x300px|Maria Lalande em ''Não Há Rapazes Maus'' (1948).]]
Aluna distinta do [[Escola Superior de Teatro e Cinema|Conservatório Nacional]], onde frequentou os cursos de Arte de Representar e Dança. Concluído o Conservatório em Teatro e Dança logo se estreou no [[Teatro da Trindade]], em ''A Cova da Piedade'', ao lado de [[Adelina Abranches]], no ano de [[1928]], e de seguida na peça dramática de [[Gerhart Hauptmann]], ''Ascensão de Joaninha''. Teve assinalável desempenho nas peças ''Casa das Bonecas'' de [[Henrik Ibsen]], ''A Dama das Camélias'' de [[Alexandre Dumas]], ''Pigmalião'' de [[Bernard Shaw]], ''Electra e os Fantasmas'' de [[Eugene O'Neill]], ''O Caso do Dia'' de [[Tennessee Williams]], ''Jangada'' de [[Bernardo Santareno]], entre outras. Em ''Pigmaleão'', contracenou com o actor [[Ribeirinho]], com quem casou e de quem teve uma filha, Maria Manuela Lalande Lopes Ribeiro.
 
Foi-lhe atribuído o Prémio Lucília Simões, pelo seu desempenho em ''As Raposas'' de Lilian Helmet. No cinema participou em ''Lisboa'' ([[1930]], de [[José Leitão de Barros]], Documentário), ''Campinos do Ribatejo'' ([[1932]], de [[António Lopes Ribeiro]]), ''A Rosa do Adro'' ([[1938]], de [[Chianca de Garcia]]), ''Fátima Terra de Fé'' ([[1943]], de [[Jorge Brum do Canto]]) e ''Não há rapazes maus'' ([[1948]], de Jorge García Maroto e João Mendes).
 
De [[Clotário Luís Supico Ribeiro Pinto]] teve umaoutra filha natural, Isabel Maria Supico Pinto ([[Lisboa]], 26 de Outubro de 1942), casada civilmente em [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], em 9 de Junho de 1976 com Vasco Maria Vasques da Cunha de Eça da Costa e Almeida, 3.º [[Visconde de Maiorca]], de quem foi segunda mulher, sem geração, e com geração de [[Francisco Pinto Balsemão]]. O seu nome faz parte da [[Toponímia]] de: [[Almada]]; [[Barreiro]] (Freguesia do [[Lavradio]]); [[Cascais]] (Freguesia de [[São Domingos de Rana]]); [[Castelo Branco]]; [[Lisboa]] (Freguesia de [[Benfica (Lisboa)|Benfica]], Edital de 31-01-1978, ex-Rua D do Bairro das Pedralvas); [[Montijo]]; [[Seixal]] (Freguesia de [[Fernão Ferro]]) e de [[Sesimbra]].
 
Maria Lalande nunca casou com nenhum dos seus companheiros, tendo morrido com o estado civil de solteira. Residia na Rua do Salitre, número 185, 3.º andar esquerdo, da freguesia lisboeta de [[São Mamede (Lisboa)|São Mamede]]. Faleceu aos 54 anos, vítima de cancro do estômago, no Hospital da [[Cruz Vermelha Portuguesa]] em [[São Domingos de Benfica]], [[Lisboa]], onde residia. Foi primeiramente sepultada no Talhão dos Artistas do [[Cemitério dos Prazeres]], sendo depois trasladada para o cemitério da Guia, em [[Cascais]], em 19971975.
 
O seu nome faz parte da [[Toponímia]] de: [[Almada]]; [[Barreiro]] (Freguesia do [[Lavradio]]); [[Cascais]] (Freguesia de [[São Domingos de Rana]]); [[Castelo Branco]]; [[Lisboa]] (Freguesia de [[Benfica (Lisboa)|Benfica]], Edital de 31-01-1978, ex-Rua D do Bairro das Pedralvas); [[Montijo]]; [[Seixal]] (Freguesia de [[Fernão Ferro]]) e de [[Sesimbra]].
 
==Teatro==
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