Diferenças entre edições de "Maria Veleda"

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Etiquetas: Editor Visual Expressão problemática
{{Info/Biografia
| nome = Maria Carolina Frederico Crispim
| imagem = Maria Veleda, 1912.png
| imagem_tamanho =
| imagem_legenda = Maria Veleda com 41 anos, em 1912.
| pseudônimo = Maria Veleda, Myriam, Wasilisa
| nome completo =
| website =
| prémios =
| cônjuge = Cândido Guerreiro
}}'''Maria Veleda''', pseudónimo de '''Maria Carolina Frederico Crispim''' ([[São Pedro (Faro)|São Pedro]], [[Faro]], [[26 de fevereiro]] de [[1871]] – [[Santa Engrácia (Lisboa)|Santa Engrácia]], [[Lisboa]], [[8 de abril]] de [[1955]]), foi uma professora, [[jornalismo|jornalista]], [[feminismo|feminista]], [[República|republicana]], livre pensadora e [[espiritualismo|espiritualista]] [[portugal|portuguesa]]. Foi pioneira na luta pela educação das crianças e dos direitos das mulheres e na propaganda dos ideais republicanos, sendo uma das mais importantes dirigentes do primeiro movimento feminista português.
 
== Biografia ==
[[Ficheiro:Maria Veleda.png|esquerda|miniaturadaimagem|265x265px|Maria Veleda.]]
Filha de João Diogo Frederico Crispim e de Carlota Perpétua da Cruz Crispim, "proprietários abastados, cuja fortuna foi, entretanto, desbaratada", nasceu no seio de uma família tradicionalmente católica, tendo manifestado desejos, na juventude, de professar. Aos quinze anos começa a dedicar-se ao professorado a fim de ajudar sua mãe e um irmão mais novo. Aos dezanove fez a sua estreia literária num jornal provinciano ''O Distrito de Faro'', e a partir daí a sua actividade literária não pára, colaborando na imprensa de todo o país.
Filha de João Diogo Frederico Crispim e de Carlota Perpétua da Cruz Crispim, "proprietários abastados, cuja fortuna foi, entretanto, desbaratada", nasceu na Rua da Parreira, em Faro, no seio de uma família tradicionalmente católica, tendo manifestado desejos, na juventude, de professar. Eram seus avós paternos Diogo Frederico Crispim e Guiomar Teresa, maternos Manuel da Cruz e Maria de Jesus.
 
Filha de João Diogo Frederico Crispim e de Carlota Perpétua da Cruz Crispim, "proprietários abastados, cuja fortuna foi, entretanto, desbaratada", nasceu no seio de uma família tradicionalmente católica, tendo manifestado desejos, na juventude, de professar. Aos quinze anos começa a dedicar-se ao professorado a fim de ajudar sua mãe e um irmão mais novo. Aos dezanove fez a sua estreia literária num jornal provinciano ''O Distrito de Faro'', e a partir daí a sua actividade literária não pára, colaborando na imprensa de todo o país.
Nas idas ao Seminário, conheceu Cândido Guerreiro, por quem se apaixonou. Aos 19 anos adoptou uma criança de 14 meses, filho de uma empregada da casa que viria a falecer. Teve o nome de Luís Frederico Viegas. Em 1899, na aldeia de [[Odivelas (Ferreira do Alentejo)|Odivelas]] (Ferreira do Alentejo), nasceu o seu filho biológico Cândido Guerreiro Xavier da Franca, que foi apadrinhado pelo irmão adoptivo<ref>{{citar livro|nome = Esteves, João e Castro, Zília Osório de|sobrenome = |título = Feminae, Dicionário Contemporâneo|ano = 2013|puborig = |editora = CIG|local = Lisboa}}</ref>.
 
Nas idas ao Seminário, conheceu Francisco Xavier Cândido Guerreiro (1871-1953), por quem se apaixonou. Aos 19 anos adoptou uma criança de 14 meses, filho de uma empregada da casa que viria a falecer., Teveque o nometeve de nome Luís Frederico Viegas. Em 1899, na aldeia de [[Odivelas (Ferreira do Alentejo)|Odivelas]] (Ferreira do Alentejo), nasceu o seu filho biológico Cândido Guerreiro Xavier da Franca, que foi apadrinhado pelo irmão adoptivo<ref>{{citar livro|nome = Esteves, João e Castro, Zília Osório de|sobrenome = |título = Feminae, Dicionário Contemporâneo|ano = 2013|puborig = |editora = CIG|local = Lisboa}}</ref>. Mais tarde separou.se de Cândido Guerreiro. Este casaria em 1909 com Margarida Sousa Costa, residindo em [[Loulé]].
 
De início as suas produções em prosa e em verso revestiram-se de um carácter meramente literário, mas a pouco e pouco nota-se um amadurecimento nas suas ideias. É, no entanto, em Lisboa, onde se fixa em 1905, após um percurso sinuoso por terras alentejanas, que Maria Veleda se vai afirmar.
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