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Em meados de 1948, o polonês Stanilaw Jaśkowskipor, discípulo de Łukasiewicz, publicou estudos sobre cálculo proposicional paraconsistente. Em meados da década de 1950, Jaśkowski e o brasileiro matemático lógico Newton Carneiro Affonso da Costa propuseram a contradição na estrutura lógica e ficaram conhecidos como os fundadores da Paraconsistent Logic. Newton Carneiro Affonso da Costa propôs, em 1954, predicados, lógicas de ordem superior (teoria de conjuntos).<ref>COSTA, Newton Carneiro Affonso da et al. Lógica paraconsistente aplicada. São Paulo: Atlas, 1999.</ref>
A Lógica Paraconsistente faz parte das chamadas lógicas não clássicas (ABE, 2011), pois contém disposições contrárias a alguns dos princípios básicos da Lógica Aristotélica, como o princípio da contradição. Essa nova lógica surgiu com o reconhecimento pela comunidade científica (ABE, 2011) do lógico polonês Jan Łukasiewicz Lvov, nascido em 1878, e do filósofo russo Nicolai Alexandrovich Vasilév, nascido em 1910, considerados predecessores da Lógica Paraconsistente, batizada inclusive como Lógica Imaginária.<ref>ABE, Jair Minoro et al. Lógica Paraconsistente Anotada Evidencial Et. Santos: Comunicar, v. 1, 2011, 99 p.</ref>
Jan Łukasiewicz Lvov, nascido em 1878, e do filósofo russo Nicolai Alexandrovich Vasilév, nascido em 1910, considerados predecessores da Lógica Paraconsistente, batizada inclusive como Lógica Imaginária.<ref>ABE, Jair Minoro et al. Lógica Paraconsistente Anotada Evidencial Et. Santos: Comunicar, v. 1, 2011, 99 p.</ref>
 
Em [[1949]] Hebb introduziu a capacidade de aprender através de seu livro "[[The Organization of Behavior]]". Hebb descreveu um sistema de aprendizado por correlação dos neurônios que acabou dando origem à Regra de Aprendizagem de Hebb e essa teoria é comumente evocada para explicar alguns tipos de aprendizagem associativos no qual a ativação simultânea de células leva a um crescimento pronunciado na força sináptica. Tal aprendizado é conhecido como aprendizagem hebbiana.<ref name="Hebb">Hebb, D.O.. Brain Mechanisms and Learning. London: J. F. Delafresnaye (Ed.), 1961.</ref>
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