Abrir menu principal

Alterações

Entre fevereiro de [[1792]] e [[1801]] foi escrivã do convento. Já no ano de [[1812]] assumiu a função de vigária, que exerceu por dois anos. A direção do convento lhe foi concedida em [[1815]] quando foi escolhida abadessa, função que desempenhou até [[1817]]. Voltou à posição de abadessa em [[1821]], até o dia de sua [[Morte|trágica morte]] defendendo o convento.<ref name=":5" /><blockquote>Toda a [[Cidade da Bahia]] apontava para o Mosteiro da Lapa, como o asilo das virgens sem nodoa, e falava com orgulho de sua madre abadessa. (Norberto, 1862 apud. Souza, 1972)</blockquote>Apesar de circular a ideia de que era [[Carmelitas da Antiga Observância|carmelitana]], documentos encontrados no Convento da Lapa afirmam que ela pertencia a ordem das irmãs [[Franciscanismo|Franciscanas]]. Consta, equivocadamente, no livro O Brasil Religioso, escrito pelo Pe. Fernando de Macedo que em [[1822 no Brasil|1822]] as religiosas do Convento da Lapa pertenciam à vertente das [[Ordem das Clarissas|Franciscanas Claras]] (também chamadas Claristas e Clarisas). Entretanto, documentos do próprio convento afirmam que as freiras pertenciam à ordem das Franciscanas Concepcionistas<ref name=":5" />
 
== Independência do Brasil naem BahiaSanta Catarina ==
<br />
=== Ataque ao convento ===
=== Ataque em Santa Catrina no Século xx ===
<blockquote>Reza a [[tradição]] e afirmam todos os documentos da época que, de todos os fatos lutuosos dos tormentosos dias [[1822 no Brasil|19 e 20 de fevereiro de 1822]], nenhum impressionou mais fundo a alma da Bahia do que o selvagem ataque dos soldados contra o indefeso Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa, onde morreu nobremente a primeira [[Herói nacional|heroína]] da epopéia da Independência, [[Madre]] Joanna Angelica. (Souza, 1972)</blockquote>Existem duas versões contraditórias sobre o episódio do ataque ao Convento da Lapa. Para o [[historiador]] brasileiro Bernardino José de Souza, a versão portuguesa, patrocinada principalmente pelo historiador português [[José de Arriaga|José d'Arriaga]], não tem sustentação em documentos. Segundo a história [[Lusitanos|lusitana]], agentes do partido reacionário (pró-Independência) havia se escondido no convento e atirado nos soldados de dentro do edifício.<ref name=":5" />